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29 outubro, 2013

Novena de Natal - 2013
Você  já parou para pensar quantas semanas nos separam da celebração do Natal ?
Você já pensou em participar de uma NOVENA DE NATAL ?
Reunidos preparando a vinda do Senhor
O tempo propício é agora, organize-se com sua família,  com seu grupo, em sua rua, em seu condomínio, etc, e por que não com seus amigos virtuais ?
Em livrarias, paróquias, já está disponível, muito material  que pode nos ajudar nesse propósito.
Ao se aproximar o tempo feliz do Natal, reencontramos os caminhos da fraternidade, da bondade, e da paz. Jesus nasce nos presépios e nos corações. Queremos que Ele nos traga a paz verdadeira e duradoura e nos ajude a vencer a maldade, a tristeza e a morte.
A Igreja nos convida hoje a formarmos ‘uma comunidade de comunidades’. O que quer dizer isso?  Podemos pensar em nossa Paróquia: ela é uma ‘comunidade’’. Os grupos de famílias, de amigos, são pequenas comunidades, dentro da grande comunidade paroquial. Nos grupos a fé se fortalece, os vínculos de amizade se aprofundam, os mais afastados são acolhidos, o amor é testado na prática, e Deus nasce e fica entre nós.
É tempo da Novena de Natal. Ler, meditar  juntos a Palavra de Deus, produzir gestos de amor e gratidão a Deus e aos irmãos, é forma mais concreta de experimentar a alegria do Natal. Saber que Jesus vai nascer é uma coisa. Experimentar sua presença  e seu amor, é outra. E nós experimentamos de fato o seu amor quando abrimos as portas do coração e de nossas casas, quando partilhamos a fé, a amizade e a vida. Isso acontece nos pequenos grupos de família, de amigos que preparam o Natal.


Novena de Natal -  1º encontro –  Mc  1,1-8 

“Uma voz clama no deserto”
Na  sociedade de hoje,  o Natal, muitas vezes, é visto apenas como um momento de grande festa, de troca de presentes e de muita comida.
 Mas, o Natal seria somente isso?
Afinal, o que é o Natal para nós ?

O verdadeiro sentido do Natal é fazer memória do nascimento de Jesus, nosso Salvador, o Verbo de Deus que se fez carne no seio da Virgem Maria. Com o nascimento de Jesus, a história da humanidade toma novo rumo. Jesus manifesta o amor, a ternura, a solidariedade do Deus fiel.

fonte:
Novena de Natal-2013
CNBB - Regional Sul 2

12 outubro, 2013

Tem início no Vaticano a Jornada Mariana do Ano da Fé


Milhares de fiéis estão em Roma este fim de semana, 12 e 13 de Outubro, em perfeita sintonia com os peregrinos de Fátima, que celebram as Jornadas Marianas do Ano da Fé. A imagem original de Nossa Senhora de Fátima chegou pela manhã no Vaticano. O Papa Emérito Bento XVI foi o primeiro a rezar diante dela. Por determinação do Papa Francisco, somente depois da passagem pelo mosteiro Mater Ecclesia, residência de Joseph Ratzinger, a imagem foi levada à Casa Santa Marta. A Imagem traz na coroa de Nossa Senhora a  bala que  feriu o Papa João Paulo no dia 13 de maio de 1981. 
Após a passagem pela residência de Bento XVI, a imagem foi recebida pelo Papa Francisco, na Casa de Santa Marta, passando em procissão entre as duas residências e sucessivamente  na praça de São Pedro, escoltada pela Guarda Suíça e pela Gendarmaria do Vaticano. Haverá um o momento de oração mariana presidida por Francisco a partir das 17 horas (horário local).

Em conferência de imprensa, sexta de manhã, o arcebispo Dom Rino Fisichella, presidente do Conselho para a Nova Evangelização, que coordena as iniciativas ligadas ao Ano Santo, sublinhou que a escolha desta data foi intencional, ligada a Fátima e à sua mensagem. Por esse motivo se desejou também que pudesse estar presente em Roma a imagem original de Nossa Senhora de Fátima, que raramente deixa o santuário. A última vez tinha sido no grande Jubileu do Ano 2000, também então para estar presente na praça de São Pedro, a 13 de Maio, ocasião em que João Paulo II quis realizar uma vez mais um “ato de entrega” (“consagração”) do mundo e da Igreja a Nossa Senhora. 
O bispo informou também que neste sábado, dia 12 de outubro, a partir das 19h, a imagem de Nossa Senhora de Fátima vai estar no Santuário do Divino Amor (a 20 Km de Roma), após um trajeto em helicóptero, para a oração ‘Com Maria para além da noite’, evento organizado pelo Vicariato de Roma e patrocinado pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização. A iniciativa inclui a recitação da oração do Rosário, em ligação direta, via satélite, com dez santuários marianos dos diversos continentes, e uma vigília a partir das 22h que vai se estender “por toda a noite”, em ligação direta com diversos santuários marianos do mundo: Nazareth (Israel), Lourdes (França), Czestochowa (Polónia), Banneaux (Bélgica), Aparecida (Brasil), Akita (Japão), Nairobi (Quénia), Washington (EUA), Vailankanny (Índia) e Lujan (Argentina).


No domingo, 13 de outubro, a imagem da Senhora de Fátima vai chegar de novo à Praça de São Pedro pelas 8 horas, seguindo-se a oração do Rosário (10h) e a missa presidida pelo Papa Francisco (10h30). No final, o Santo Padre recitará uma oração que constituirá  um “ato de entrega” ( consagração) do mundo e da Igreja  ao Imaculado Coração de Maria, repetindo um gesto realizado por João Paulo II diante da mesma imagem, a 25 de março de 1984, sempre na Praça de São Pedro.

fonte:

www.vatican.va

07 outubro, 2013

8 de outubro

Com objetivo de promover, proteger, defender e valorizar a vida humana, em todas as circunstâncias, desde a sua concepção, até a morte natural, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) instituiu, na 43ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, em 2005, a primeira semana de outubro como Semana Nacional da Vida, sendo o dia 8, como Dia do Nascituro.
Originária do latim a palavra ‘nascituro’ significa: aquele que há de nascer; que foi gerado e ainda não nasceu. Em outras palavras, nascituro é o ser já concebido, mas que ainda vive no ventre materno
fonte:
www.cnbb.org.br

30 setembro, 2013

OUTUBRO - MES DAS MISSÕES
No ano em que a Igreja no Brasil dá destaque especial para a evangelização da juventude, a Campanha Missionária, que acontece no mês de outubro, também enfatiza o dinamismo dos jovens. Com o lema “A quem eu te enviar, irás” (Jr 1, 7b).
 “A Igreja é por sua natureza missionária. E esta campanha deseja recordar essa dimensão”, afirma o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Missionária e a Cooperação Intereclesial da CNBB, dom Sérgio Braschi. “Pelo batismo e pela Crisma, somos ungidos para levar o Evangelho, levar a missão de Jesus. Essa Campanha quer nos comprometer, de uma maneira concreta, no apoio aos missionários  além fronteiras”, completa.
Tal apoio se efetiva por meio da coleta, que será realizada em todas as comunidades no Dia Mundial das Missões, este ano em 20 de outubro. “Estes recursos são importantes: uma pequena parte fica para a organização da Campanha e a manutenção das POM, e a maior parte é enviada para o Fundo Mundial de Solidariedade, em Roma, que financia projetos de ajuda a missões em todo mundo, especialmente na Ásia e na África. São projetos como sustento de dioceses, manutenção de seminários, obras sociais e assistência aos missionários”, explica padre Camilo Pauletti, diretor nacional das POM.

A organização da Campanha no Brasil é de responsabilidade das POM, em parceria com duas Comissões Episcopais da CNBB: a de Ação Missionária e a da Amazônia.
fonte:
www.cnbb.org.br


27 setembro, 2013

27 de Setembro - São Vicente de Paulo

Vicente de Paulo foi, realmente, uma figura extraordinária para a humanidade. Pertencia a uma família pobre, de cristãos dignos e fervorosos. Nasceu em Pouy, França, no dia 24 de abril de 1581. Na infância, foi um simples guardador de porcos, o que não o impediu de ter uma brilhante ascensão na alta Corte da sociedade de sua época. Aos dezenove anos, foi ordenado padre e, antes de ser capelão da rainha Margarida de Valois, ficou preso durante dois anos nas mãos dos muçulmanos. O mais curioso é que acabou sendo libertado pelo seu próprio "dono", que, ao longo desse período, Vicente conseguiu converter ao cristianismo. Todos o admiravam e respeitavam: do cardeal Richelieu à rainha Ana da Áustria, além do próprio rei Luís XIII, que fez questão absoluta de que Vicente de Paulo estivesse presente no seu leito de morte. Mas quem mais era merecedor da piedade e atenção de Vicente de Paulo eram mesmo os pobres, os menos favorecidos, que sofriam as agruras da miséria. Quando Mazarino, em represália às barricadas erguidas pela França, quis fazer o país entregar-se pela fome, Vicente de Paulo organizou, em São Lázaro, uma mesa popular para servir, diariamente, refeições a duas mil pessoas famintas.Ap esar de ter sempre pouco tempo para os livros, tinha-o muito quando era para tratar e dar alívio espiritual. Quando convenceu o regente francês de que o povo sofria por falta de solidariedade e de pessoas caridosas para estenderem-lhe as mãos, o rei, imediatamente, nomeou-o para ser o ministro da Caridade. Com isso, organizou um trabalho de assistência aos pobres em escala nacional. Fundou e organizou quatro instituições voltadas para a caridade: a "Confraria das Damas da Caridade", os "Servos dos Pobres", a "Congregação dos Padres da Missão", conhecidos como padres lazaristas, em 1625, e, principalmente, as "Filhas da Caridade", em 1633. Este homem prático, firme, dotado de senso de humor, esperto como um camponês, e sobretudo realista, que dizia aos sacerdotes de São Lazaro: "Amemos Deus, irmãos meus, mas o amemos às nossas custas, com a fadiga dos nossos braços, com o suor do nosso rosto", morreu em Paris no dia 27 de setembro de 1660.

Canonizado em 1737, são Vicente de Paulo é festejado no dia de sua morte, pelos seus filhos e sua filhas espalhados nos quatro cantos do mundo. E por toda a sociedade leiga cristã engajada em cuidar para que seu carisma permaneça, pela ação de suas fundações, que florescem, ainda, nos nossos dias, sempre a serviço dos mais necessitados, doentes e marginalizados.
fonte:
www.paulinas.org.br

19 setembro, 2013

19/09 -  Nossa Senhora da Salete
A vila de La Salete está situada na região sul da França, junto dos Alpes e pertence ao município de Isere. No dia 18 de setembro de 1846, o menino Maximino Giraud, de onze anos, atendeu ao pedido do pai e se juntou à Melania Calvat, de quinze, para ajudar a pastorear. No dia 19 de setembro, próximo às três horas da tarde. Eles haviam almoçado embaixo da sobra de uma árvore ao lado de um riacho, enquanto o gado bebia água. Aquele era um dia de muito sol, estava abafado e sem perceber adormeceram um pouco. Ao despertar Melania se assustou por não ver nenhum dos animais. Chamou Maximino e correram a montanha acima, de onde avistaram todo o rebanho pastando no vale.  Na descida, no meio do caminho Melania alertou o companheiro para uma luz que se movia sobre uma pedra. Atraídos e ao mesmo tempo intrigados foram examinar o que se passava. Viram que a luz emanava de uma linda Senhora em cuja cabeça havia uma bonita coroa de ouro. Ela estava sentada e chorava com o rosto entre as mãos, apoiadas pelos cotovelos nos joelhos. Os dois ficaram parados com medo. Mas a Senhora suavemente se levantou e de pé sobre a pedra, com os braços cuzados, lhes disse: "Aproximem-se, meus filhos, não tenham medo: estou aqui para lhes comunicar uma grande notícia". A doce voz da Santa Virgem tranqüilizou os pastorzinhos que foram ao seu encontro. Sempre chorando e após se queixar da ingratidão e infidelidade dos cristãos para com o plano de Salvação do seu filho Jesus, dizer que a França e a humanidade viveriam dias muito difíceis. Pediu aos dois que rezassem bastante, o Pai Nosso e a Ave Maria, e a cada um confiou um segredo. No final se despediu com essas palavras: "Meus filhos, haveis de comunicar isto a todo o meu povo". Então ela se dirigiu ao cume da montanha sem deixar uma pegada na relva, seguida por Melania e Maximino. Lá, Nossa Senhora se elevou e flutuando no ar, olhou para a sua direita, para a sua esquerda e depois para os dois pastores. A sua luz a envolveu como um globo e subiu desaparecendo no alto do céu. Melania e Maximino contaram sobre a aparição aos seus pais e ao pároco. A notícia se espalhou na vila. No dia 21 de setembro o primeiro grupo de romeiros foi até a pedra onde Maria aparecera e viram que dela jorrava uma fonte de água límpida. Logo muitos milagres e graças foram atribuídos à água. O Papa Pio IX reconheceu a aparição e aprovou essa invoção mariana em 1851. Mais tarde, o mesmo pontífice anunciou os dois segredos entregues aos pastorzinhos, assim: "Estes são os segredos de La Salette; se o mundo não se arrepender, perecerá".  Em 1852 foi erguido um Santuário dedicado à Nossa Senhora, junto à fonte na montanha de La Salete. Para atender essa obra, o bispo do local, fundou a Congregação dos Missionários e Irmãos de Nossa Senhora de La Salete sob o carisma das mensagens deixadas: pregação, conversão e reconciliação.Maximino foi o primeiro a vestir o hábito da nova congregação e faleceu em 1875, ainda jovem. Melania também se entregou à vida consagrada e foi uma das co-fundadoras da Congregação das Filhas do Zelo do Divino Coração de Jesus. Morreu em 1904, com fama de santidade. 
O Santuário de Nossa Senhora de La Salete, pronto em 1879, se tornou um ponto de peregrinação do mundo todo.
fonte:
www.paulinas.org.br


19 de Setembro - São Januário ou Gennaro

A esse santo é atribuído o "milagre do sangue de são Januário", ou Gennaro, como é o seu nome na língua italiana. Durante a sua festa, no dia 19 de setembro, sua imagem é exposta à imensa população de fiéis. Por várias vezes, na ocasião a relíquia do seu sangue se liquefaz, adquirindo de novo a aparência de recém-derramado e a coloração vermelha. A primeira vez, devidamente registrada e desde então amplamente documentada, ocorreu na festa de 1389. A última vez foi em 1988. O mais incrível é que a ciência já tentou, mas ainda não conseguiu chegar a alguma conclusão de como o sangue, depositado num vidro em estado sólido, de repente se torna líquido, mudando a cor, consistência, e até mesmo duplicando seu peso. Assim, segue, através dos séculos, a liquefação do sangue de são Januário como um mistério que só mesmo a fé consegue entender e explicar. Por isso o povo de Nápoles e todos os católicos devotam enorme veneração por são Januário. Até a história dessa linda cidade italiana, cravada ao pé da montanha do Vesúvio, confunde-se com a devoção dedicada a ele, que os protege das pestes e das erupções do referido vulcão. Na verdade, ela se torna a própria história deste santo que, segundo os atos do Vaticano, era napolitano de origem e viveu no fim do século III. Considerado um homem bom, caridoso e zeloso com as coisas da fé, foi eleito bispo de Benevento, uma cidade situada a setenta quilômetros da sua cidade natal. Era uma época em que os inimigos do cristianismo submetiam os cristãos a testemunharem sua fé por meio dos terríveis martírios seguidos de morte. No ano 304, o imperador romano Diocleciano desencadeou a última e também a mais violenta perseguição contra a Igreja. O bispo Januário foi preso com mais alguns membros do clero, sendo todos julgados e sentenciados à morte num espetáculo público no Circo. Sua execução era para ser, mesmo, um verdadeiro evento macabro, pois seriam jogados aos leões para que fossem devorados aos olhos do povo chamado para assistir. Porém, a exemplo do que aconteceu com o profeta Daniel, as feras tornaram-se mansas e não lhes fizeram mal. O imperador determinou, então, que fossem todos degolados ali mesmo. Era o dia 19 de setembro de 305. Alguns cristãos, piedosamente, recolheram em duas ampolas o sangue do bispo Januário e o guardaram como a preciosa relíquia que viria a ser um dos mais misteriosos e incríveis milagres da Igreja Católica.

 São Januário é venerado desde o século V, mas sua confirmação canônica veio somente por meio do papa Sixto V em 1586.

fonte:
www.paulinas.org.br

15 setembro, 2013

15/setembro/2013
Parabéns LIMEIRA pelos seus 187 anos.
Que pela intercessão de nossa padroeira, NOSSA SENHORA DAS DORES, Deus abençoe a todos nós



15/setembro 
  NOSSA SENHORA DAS DORES
Padroeira da Diocese de Limeira
Nossa Senhora das Dores (também chamada Nossa Senhora da Piedade, Nossa Senhora da Soledade, Nossa Senhora das Angústias, Nossa Senhora das Lágrimas, Nossa Senhora das Sete Dores, Nossa Senhora do Calvário, Nossa Senhora do Monte Calvário ou ainda Nossa Senhora do Pranto, e invocada  em latim como Beata Maria Virgo Perdolens, ou Mater Dolorosa),
A devoção à Virgem das Dores  iniciou-se em  1221, no Mosteiro de Schonau, na Germânia. Em  1239, a sua veneração no  dia 15 de setembro  teve início em Florença, na Itália, pela Ordem dos Servos de Maria  ( Ordem servfita)). Deve o seu nome às Sete Dores da Virgem Maria:


Reflexões sobre cada uma das sete dores de Nossa Senhora (Santo Afonso de Ligório)

1ª Dor: Profecias de Simeão
Oração
Ó minha bendita Mãe, não só uma espada, porém tantas quantas foram os meus pecados, tenho eu acrescentado ao vosso coração. Não a vós, que sois inocente, minha Senhora, mas a mim, réu de tantos delitos, são devidas as penas. Já que, contudo, quisestes sofrer tanto por meu amor, impetrai-me pelos vossos merecimentos uma grande dor de minhas culpas, e a paciência necessária para sofrer os trabalhos desta vida. Por maiores que sejam, sempre serão leves em comparação dos castigos que tenho merecido, e de meus pecados, que me têm tornado tantas vezes digno do inferno. Amém.

2ª Dor: Fuga de Jesus para o Egito
Oração
Assim, pois, ó Maria, nem depois de vosso Filho ter sido imolado pelos homens, que o perseguiram até à morte, cessaram esses ingratos de persegui-lo com seus pecados, e de afligir-vos, ó Mãe dolorosa? E eu mesmo, ó meu Deus, não tenho sido um desses ingratos? Ah! Minha Mãe dulcíssima, impetrai-me lágrimas para chorar tanta ingratidão. E pelas muitas penas que sofrestes na viagem para o Egito, assisti-me com vosso auxílio na viagem que estou fazendo para a eternidade, a fim de que possa um dia ir amar convosco meu Salvador perseguido, na pátria dos bem-aventurados. Amém.

3ª Dor: Perda de Jesus no Templo
Oração
 Ó Virgem bendita, por que assim vos afligis, buscando o vosso Filho, como se não soubéssemos onde ele está? Não vos recordais que está em vosso coração? Não sabeis que ele se compraz entre os lírios? Vós mesma o dissestes: “O meu amado é para mim e eu sou para ele, que se apascenta entre as açucenas” (Ct 2, 16). Vossos pensamentos e afetos, tão humildes, tão puros, tão santos, são outros lírios que convidam o Divino Esposo a habitar em vós. Ah! Maria, vós suspirais por Jesus, vós que não amais senão a Jesus! Eu é que devo suspirar, eu e tantos pecadores que o não amamos, e o temos perdido por nossas ofensas. Minha Mãe amabilíssima, se por minha culpa vosso Filho ainda não tornou à minha alma, fazei que eu o ache de novo. Bem sei que ele se faz achar por quem o busca. Mas fazei que eu o procure como devo. Vós sois a porta pela qual se chega a Jesus, fazei que também eu chegue a ele por meio de vós. Amém.

4ª Dor: Encontro com Jesus  a caminho para o calvário
Oração
Ó minha Mãe dolorosa! Pelo merecimento da dor que sentistes, vendo vosso amado Jesus conduzido à morte, impetrai-me a graça de também levar com paciência as cruzes que Deus me envia. Feliz serei, se souber acompanhar-vos com minha cruz até à morte. Vós e Jesus, que éreis inocentes, carregastes uma cruz tão pesada, e eu, pecador, que tenho merecido o inferno, recusarei carregar a minha? Ah! Virgem imaculada, de vós espero socorro para sofrer com paciência todas as cruzes. Amém.
  
5ª Dor: Morte de Jesus
Oração
 Ó aflitíssima entre todas as mães, morreu, pois, vosso Filho tão amável e que tanto vos ama. Chorai, que bem razão tendes para chorar. Quem poderia vos consolar? Só pode dar-vos algum lenitivo o pensar que Jesus com sua morte venceu o inferno, abriu aos homens o paraíso, que lhes estava fechado, e fez a conquista de tantas almas. Do trono da cruz Ele reinará sobre tantos corações que, pelo amor vencidos, o servirão com amor. Dignai-vos, entretanto, ó minha Mãe, consentir que me conserve a vossos pés, chorando convosco, já que eu, pelos meus grandes pecados, tenho mais razão de chorar que vós. Ah! Mãe de Misericórdia, em primeiro lugar pela morte de meu Redentor, e depois pelo merecimento de vossas dores, espero o perdão e a salvação eterna. Amém.
  
6ª Dor: A descida da cruz
Oração
 Ó Virgem dolorosa, ó alma grande pelas virtudes e também pelas dores, pois que ambas nascem do grande incêndio do amor que tendes a Deus, o único objeto amado por vosso coração. Ah! Minha Mãe, tende piedade de mim, que não tenho amado a Deus e tanto o tenho ofendido. Vossas dores me enchem de grande confiança, e me fazem esperar o perdão. Mas isso não me basta; quero amar o meu Senhor. E quem me pode alcançar essa graça melhor que vós, que sois a Mãe do belo amor? Ah! Maria, a todos consolastes; consolai também a mim. Amém.
  
7ª Dor: Sepultamento  de Jesus
Oração
Ó minha Mãe dolorosa, não vos quero deixar chorando sozinha. Quero acompanhar-vos com minhas lágrimas. Esta graça hoje vos peço: obtende-me uma contínua memória com uma terna devoção à Paixão de Jesus e à vossa, para que os dias que me restam de vida me não sirvam senão para chorar vossas dores, ó minha Mãe, e as de meu Redentor. Essas vossas dores, espero eu, na hora de minha morte, me hão de dar coragem, força e confiança para não desesperar à vista do muito que ofendi ao meu Senhor. E elas me hão de impetrar o perdão, a perseverança e o paraíso, onde espero depois alegrar-me convosco, e cantar as misericórdias infinitas de meu Deus, por toda a eternidade. Assim espero, assim seja. Amém.
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Fonte:
Ligório, Santo Afonso de. Glórias de Maria. São Paulo: Editora Santuário, 1989.

14 setembro, 2013

14/setembro - Exaltação da Santa Cruz
A festa em honra da Santa Cruz foi celebrada pela primeira vez em 335, por ocasião da dedicação de duas basílicas constantinianas de Jerusalém, a do Martyrium ou Ad Crucem no Gólgota, e a do Anástasis, isto é, da Ressurreição. A dedicação se realizou a 13 de dezembro. Com o termo exaltação, a festa passou também para o Ocidente, e a partir do século VII comemora-se a recuperação da preciosa relíquia pelo imperador Heráclio em 628. Da Cruz, roubada 14 anos antes pelo rei persa Cosroe Parviz, durante a conquista da cidade Santa, perderam-se definitivamente todas as pistas em 1187, quando foi tirada do bispo de Belém que a havia levado na batalha de Hattin.

A celebração atual tem um significado bem maior do que o lendário encontro pela piedosa mãe do imperador Constantino, Helena. A glorificação de Cristo passa através do suplício da Cruz e a antítese sofrimento-glorificação se torna fundamental na história da Redenção. Cristo, encarnado na sua realidade concreta humano-divina, se submete voluntariamente à humilde condição de escravo (a cruz era o tormento reservado para os escravos) e o suplício infame transformou-se em glória perene. Assim a cruz torna-se o símbolo e o compêndio da religião cristã. A própria evangelização, efetuada pelos apóstolos é a simples apresentação de Cristo Crucificado. O cristão, aceitando esta verdade, é crucificado com Cristo, isto é, deve carregar diariamente a sua cruz, suportando injúrias e sofrimentos, como Cristo. Este, oprimido pelo peso do patíbulo (“patíbulo” é o braço transversal da cruz, que o condenado levava nas costas até o lugar do suplício onde era encaixado estavelmente com a parte vertical), foi constrangido a expor-se aos insultos do povo no caminho que levava ao Gólgata. Os sofrimentos que reproduzem no corpo místico da Igreja o estado de morte de Cristo são contributo à redenção dos homens, e garantem a participação na glória do Ressuscitado. Esta é a razão que fez os mártires cristãos suportarem tão grandes sofrimentos: “A minha paixão está crucificada — escreve santo Inácio de Antioquia antes de sofrer o martírio — não existe mais em mim o fogo da carne. Agora começo a ser discípulo … Prefiro morrer em Cristo Jesus a reinar de uma extremidade à outra da terra. Procuro-o, ele que morreu por nós; quero-o, ele que ressuscitou por nós… Concedei-me que eu seja imitador da paixão do meu Deus”.


Extraído do livro:

Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.
fonte:
www.paulus.org.br

12 setembro, 2013

12/setembro
Como era de costume entre os judeus, oito dias após a Santíssima Virgem nascer, os seus pais deram-lhe, inspirados por Deus, o nome de Maria. A liturgia, que celebra o Santíssimo nome de Jesus pouco dias após o Santo Natal, instituiu esta festa do Santíssimo Nome de Maria dentro da oitava da Natividade. A Espanha, por aprovação do pontífice, concedida em 1513, foi a primeira a celebrar a festa. Inocêncio XI, em 1683, estendeu-a a Igreja Universal, em ação de graças pela vitória alcançada por João Sobiesk, rei da Polônia, sobre os turcos que tinham cercado Viena e ameaçavam o ocidente.
O nome de Maria, que é hebreu, que dizer em português, senhora soberana. E a Senhora é realmente Soberana, em virtude da soberania que lhe foi concedida pelo Filho, Rei e Soberano do Universo. Chamemos a Maria de Nossa Senhora, pelo título que chamamos a Jesus Nosso Senhor. Pronunciar o seu nome é afirmar o seu domínio, implorar o seu auxílio e colocarmo-nos debaixo da sua proteção maternal.
 fonte:
Missal Quotidiano e Vesperal. Bruges, Bélgica; Abadia de S. André, 1960
www.subsidiosliturgicos.org.br

07 setembro, 2013

06 setembro, 2013

05/setembro/2013
Monsenhor Gustavo Mantovani, celebra seus 86 anos de vida .
Outras fotos no blog:
http://monsenhorgustavomantovani.blogspot.com

05 setembro, 2013

05/setembro/2013, juntos agradeçamos a Deus pelos 86 anos de idade do Monsenhor Gustavo Mantovani.


01 setembro, 2013

S E T E M B R O
Iniciando o mês da Bíblia, queremos acolhe-la com alegria e fazer dela nossa proposta de vida. Ela vai iluminar e fortalecer nossas opções mais importantes.
A Bíblia é a Palavra de Deus. Em nome de Deus, ela informa como foi que o povo daquele tempo caminhou até chegar à ressurreição de Jesus. Descreve a luta e as dificuldades da caminhada. Conta o certo e o errado que aconteceu. É para a gente, hoje, tirar a lição da história e não bater a cabeça onde eles bateram .
(Frei Carlos Mesters).
A Leitura comunitária da Palavra do Senhor faz a pessoa crescer e amadurecer, pois traz consciência crítica frente "aos conselhos dos ímpios", ajuda a evitar o "caminho dos maus", torna fecunda a vida que, "como árvore, plantada à beira da água, dará fruto a seu tempo. Sua folhagem não secará, e terá êxito em todos os seus empreendimentos". Deste modo, se abre para nós o caminho da felicidade: "Feliz este homem!"
Dando continuidade a esta experiência transformado que ocorre desde o ano de 1971 a CNBB propõe para as nossas comunidades católicas o Estudo do Evangelho de Lucas para o mês de setembro de 2013.
O tema proposto é "Discípulos missionários a partir do Evangelho de Lucas", sob a perspectiva do discipulado missionário, conforme o enfoque do Projeto de Evangelização: "O Brasil na missão continental". O tema escolhido percorre os cinco aspectos fundamentais do processo do discipulado: o encontro com Jesus Cristo, a conversão, o seguimento, a comunhão fraterna e a missão.

O lema indicado pela Comissão Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é "Alegrai-vos comigo, encontrei o que havia perdido" (cf. Lc 15).
fonte:
www.cnbb.org.br

31 agosto, 2013

31 de Agosto - São Raimundo Nonato

Raimundo nasceu em Portell, na Catalunha, Espanha, em 1200. Seus pais eram nobres, porém não tinham grandes fortunas. O seu nascimento aconteceu de modo trágico: sua mãe morreu durante os trabalhos de parto, antes de dar-lhe à luz. Por isso Raimundo recebeu o nome de Nonato, que significa não-nascido de mãe viva, ou seja, foi extraído vivo do corpo sem vida dela. Dotado de grande inteligência, fez com certa tranqüilidade seus estudos primários. O pai, percebendo os dotes religiosos do filho, tratou de mandá-lo administrar uma pequena fazenda de propriedade da família. Com isso, queria demovê-lo da idéia de ingressar na vida religiosa. Porém as coisas aconteceram exatamente ao contrário. Raimundo, no silêncio e na solidão em que vivia, fortificou ainda mais sua vontade de dedicar-se unicamente à Ordem de Nossa Senhora das Mercês, fundada por seu amigo Pedro Nolasco, agora também santo. A Ordem tinha como principal finalidade libertar cristãos que caíam nas mãos dos mouros e eram por eles feitos escravos. Nessa missão, dedicou-se de coração e alma. Apesar da dificuldade, conseguiu o consentimento do pai e, finalmente, em 1224, ingressou na Ordem, recebendo o hábito das mãos do próprio fundador. Ordenou-se sacerdote e seus dotes de missionário vieram à tona, dedicando-se nessa missão de coração e alma. Por isso foi mandado em missão à Argélia, norte da África, para resgatar cristãos das mãos dos muçulmanos. Conseguiu libertar cento e cinqüenta escravos e devolvê-los às suas famílias. Quando se ofereceu como refém, sofreu no cativeiro verdadeiras torturas e humilhações. Mas mesmo assim não abandonou seu trabalho. Levava o conforto e a Palavra de Deus aos que sofriam mais do que ele e já estavam prestes a renunciar à fé em Jesus. Muitas foram as pessoas convertidas por ele, o que despertou a ira dos magistrados muçulmanos, os quais mandaram que lhe perfurassem a boca e colocassem cadeados, para que Raimundo nunca mais pudesse falar e pregar a doutrina de Cristo. Raimundo sofreu durante oito meses essa tortura até ser libertado, mas com a saúde abalada. Quando chegou à pátria, na Catalunha, em 1239, logo foi nomeado cardeal pelo papa Gregório IX, que o chamou para ser seu conselheiro em Roma. Empreendeu a viagem no ano seguinte, mas não conseguiu concluí-la. Próximo de Barcelona, na cidade de Cardona, já com a saúde debilitada pelos sofrimentos do cativeiro, Raimundo Nonato foi acometido de forte febre e acabou morrendo, em 31 de agosto de 1240, quando tinha, apenas, quarenta anos de idade. Raimundo Nonato foi sepultado naquela cidade e o seu túmulo tornou-se local de peregrinação, sendo, então, erguida uma igreja para abrigar seus restos mortais. Seu culto propagou-se pela Espanha e pela Europa, sendo confirmado por Roma em 1681.
São Raimundo Nonato, devido à condição difícil do seu nascimento, é venerado como Padroeiro das Parturientes, das Parteiras e dos Obstetras.
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29 agosto, 2013



Uma pequena festa nesta noite do dia 28. Soube que um grupo de fiéis da paróquia de São Benedito iria rezar o terço e incluiria em suas intenções o pedido e a ação de graças pela recuperação da saúde do Monsenhor Gustavo. Logo pensei em convidá-los para vir rezar aqui em casa. E logo pensamos em organizar uma pequena e breve celebração. E aí...

E aí que o Monsenhor presidiu a celebração. Perguntei se ele se sentia disposto para rezar a missa e ele aceitou prontamente. Preparou a missa com carinho. Ele está vivíssimo! E muito mais feliz agora!
Padre Marcos Ramalho

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24 agosto, 2013

21 agosto, 2013


22 de Agosto - Virgem Maria Rainha 

"O Espírito Santo virá sobre ti, e o poder do Altíssimo vai te cobrir com a sua sombra; por isso o Santo que nascer será chamado Filho de Deus". Disse, então, Maria: "Eu sou a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!" Lc. 1,37-38. Ainda Lucas, nos Atos dos apóstolos, coloca Maria no meio dos apóstolos, recolhida com eles em oração. Ela constitui o vínculo que mantém unidos ao Ressuscitado aqueles homens ainda não robustecidos pelos dons do Espírito Santo. Pois a sua extraordinária humildade e fé total na palavra do anjo, que fez descer sobre a Terra um Deus ainda mais humilde do que ela. E, através de suas virginais virtudes e pureza de coração, Maria ficou ainda mais próxima de seu Filho. Maria é Rainha, porque é a Mãe de Jesus Cristo, o Rei. Ela é Rainha porque supera todas as criaturas em santidade. "Ela encerra em si toda a bondade das criaturas", diz Dante na Divina Comédia. Tudo que se refere ao Messias traz a marca da divindade. Assim, todos os cristãos vêem em Maria a superabundante generosidade do amor divino, que a acumulou de todos os bens. A Igreja convida o povo a invocá-la não só com o nome de Mãe, mas também com aquele de Rainha, porque ela foi coroada com o duplo diadema, de virgindade e de maternidade divina. A Virgem Maria Rainha resplandece em todos os tempos, no horizonte da Igreja e do mundo, como sinal de consolação e de esperança segura para todos os cristãos, já cobertos pela dignidade real do Senhor através do Batismo. O Papa Pio XII instituiu em 1955 a festa da Virgem Maria Rainha, como conseqüência daquela de Cristo Rei. Inicialmente era celebrada no dia 31 de maio, mês de Maria, encerrando as comemorações com o coroamento desta singular devoção. O dia 22 de agosto era reservado à homenagem ao Coração Imaculado de Maria. Mas, a Igreja desejando aproximar a festa da realeza de Maria à da sua gloriosa ascenção ao céu, invereteu estas datas a partir da última reforma do seu calendário litúrgico em 1969.
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21 de Agosto - São Pio X
Seu nome de batismo era José Melquior Sarto, oriundo de família humilde e numerosa, mas de vida no seguimento de Cristo. Nasceu numa pequena aldeia de Riese, na diocese de Treviso, no norte da Itália, no dia 2 de junho de 1835. Desde cedo, José demonstrava ser muito inteligente e, por causa disso, seus pais fizeram grande esforço para que ele estudasse. Todos os dias, durante quatro anos, o menino caminhava com os pés descalços por quilômetros a fio, tendo no bolso apenas um pedaço de pão para o almoço. E desde criança manifestou sua vontade de ser padre. Quando seu pai faleceu, sua mãe, Margarida, uma camponesa corajosa e pia, não permitiu que ele abandonasse o caminho escolhido para auxiliar no sustento da casa. Ficou no seminário e, aos vinte e três anos, recebeu a ordenação sacerdotal com mérito nos estudos. Teve uma rápida ascensão dentro da Igreja. Primeiro, foi vice-vigário em uma pequena aldeia, depois vigário de uma importante paróquia, cônego da catedral de Treviso, bispo da diocese de Mântua, cardeal de Veneza e, após a morte do grande papa Leão XIII, foi eleito seu sucessor, com o nome de Pio X, em 1903. No Vaticano, José Sarto continuou sua vida no rigor da simplicidade, modéstia e pobreza. Surpreendeu o mundo católico quando adotou como lema de seu pontificado "restaurar as coisas em Cristo". Tal meta traduziu-se em vigilante atenção à vida interna da Igreja. Realizou algumas renovações dentro da Igreja, criando bibliotecas eclesiásticas e efetuando reformas nos seminários. Pelo grande amor que dispensava à música sagrada, renovou-a. Reformou, também, o breviário. Sua intensa devoção à eucaristia permitiu que os fiéis pudessem receber a comunhão diária, autorizando, também, que a primeira comunhão fosse ministrada às crianças a partir dos sete anos de idade. Instituiu o ensino do catecismo em todas as paróquias e para todas as idades, como caminho para recuperar a fé, e impôs-se fortemente contra o modernismo. Outra importante característica de sua personalidade era a bondade suave e radiante que todos notavam e sentiam na sua presença. Pio X não foi apenas um teólogo. Foi um pastor dedicado e, sobretudo, extremamente devoto, que sentia satisfação em definir-se como "um simples pároco do campo". Ficou muito amargurado quando previu a Primeira Guerra Mundial e sentiu a impotência de nada poder fazer para que ela não acontecesse. Possuindo o dom da cura, ainda em vida intercedeu em vários milagres. Consta dos relatos que as pessoas doentes que tinham contato com ele se curavam. Discorrendo sobre tal fato, ele mesmo explicava como sendo "o poder das chaves de são Pedro". Quando alguém o chamava de "padre santo", ele corrigia sorrindo: "Não se diz santo, mas Sarto", numa alusão ao seu sobrenome de família.
No dia 20 de agosto de 1914, aos setenta e nove anos, Pio X morreu. O povo, de imediato, passou a venerá-lo como um santo. Mas só em 1954 ele foi oficialmente canonizado.

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20 de Agosto - São Bernardo de Claraval


Bernardo nasceu na última década do século XI, no ano 1090, em Dijon, França. Era o terceiro dos sete filhos do cavaleiro Tecelim e de sua esposa Alícia. A sua família era cristã, rica, poderosa e nobre. Desde tenra idade, demonstrou uma inteligência aguçada. Tímido, tornou-se um jovem de boa aparência, educado, culto, piedoso e de caráter reto e piedoso. Mas chamava a atenção pela sabedoria, prudência, poder de persuasão e profunda modéstia. Quando sua mãe morreu, seus irmãos quiseram seguir a carreira militar, enquanto ele preferiu a vida religiosa, ouvindo o chamado de Deus. Na ocasião, todos os familiares foram contra, principalmente seu pai. Porém, com uma determinação poucas vezes vista, além de convencê-los, trouxe consigo: o pai, os irmãos, primos e vários amigos. Ao todo, trinta pessoas seguiram seus passos, sua confiança na fé em Cristo, e ingressaram no Mosteiro da Ordem de Cister, recém-fundada. A contribuição de Bernardo dentro da ordem foi de tão grande magnitude que ele passou a ser considerado o seu segundo fundador. No seu ingresso, em 1113, eram apenas vinte membros e um mosteiro. Dois anos depois, foi enviado para fundar outro na cidade de Claraval, do qual foi eleito abade, ficando na direção durante trinta e oito anos. Foi um período de abundante florescimento da Ordem, que passou a contar com cento e sessenta e cinco mosteiros. Bernardo sozinho fundou sessenta e oito e, em suas mãos, mais de setecentos religiosos professaram os votos. Bernardo viveu uma época muito conturbada na Igreja. Muitas vezes teve de deixar a reclusão contemplativa do mosteiro para envolver-se em questões que agitavam a sociedade. Foi pregador, místico, escritor, fundador de mosteiros, abade, conselheiro de papas, reis, bispos e também polemista político e tenaz pacificador. Nada conseguia abater ou afetar sua fé, imprimindo sua marca na história da espiritualidade católica romana. Ao lado dessas atividades, nesse mesmo período teve uma atividade literária muito expressiva, em quantidade de obras e qualidade de conteúdo. Tornou-se o maior escritor do seu tempo, apesar de sua saúde sempre estar comprometida. Isso porque Bernardo era um religioso de vida muito austera, dormia pouco, jejuava com freqüência e impunha-se severa penitência. Em 1153, participando de uma missão em Lorena, adoeceu. Percebendo a gravidade do seu estado, pediu para ser conduzido para o seu Mosteiro de Claraval, onde pouco tempo depois morreu, no dia 20 de agosto do mesmo ano. Foi sepultado na igreja do mosteiro, mas teve suas relíquias dispersadas durante a Revolução Francesa. Depois, sua cabeça foi entregue para ser guardada na catedral de Troyes, França. São Bernardo de Claraval, canonizado em 1174, recebeu, com toda honra e justiça, o título de doutor da Igreja em 1830.
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17 agosto, 2013

Neste sábado, 17/agosto, das 9h as 14 h, no Recanto dos Idosos, Rua João Alfredo Sthalberg, Jardim Santo André




11 agosto, 2013

Tem início neste domingo (11), e prossegue até o dia 17 de agosto, a Semana Nacional da Família 2013, com o tema “Transmissão e Educação da Fé Cristã na Família”. O evento é realizado nas comunidades eclesias do Brasil. A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB convida as lideranças paroquiais para promoverem com intensidade e criatividade a família cristã nas comunidades e, principalmente, nas cidades. A Semana Família é para “todos aqueles que acreditam e amam a família”, conforme o convite da Comissão. Como recorda o Documento de Aparecida a “família é um dos tesouros mais importantes dos povos latino-americanos e é patrimônio da humanidade inteira. Em nossos países, uma parte importante da população está afetada por difíceis condições de vida que ameaçam diretamente a instituição familiar. Em nossa condição de discípulos e missionários de Jesus Cristo, somos chamados a trabalhar para que esta situação seja transformada e que a família assuma seu ser e sua missão no âmbito da sociedade e da Igreja”. (DA 451). 

04 agosto, 2013

Hoje, dia 04 de agosto, é comemorado o dia do Padre.

“Ser  Padre é atingir a alegria da vida religiosa; Viver com entusiasmo os ensinamentos de Cristo; Propagar o amor fraterno; Promover a partilha na comunidade; Ser mensageiro da Boa Nova; Fazer opção pelos mais desfavorecidos; Alimentar a fé na presença viva de Jesus na Eucaristia…”

A missão do padre não é fácil, pois o Padre é um ser humano e está sujeito a emoções, tentações, fraquezas, e sentimentos. Mas toda a força, carinho e orações que a comunidade possa dar ao sacerdote é a certeza e a prova da graça divina na vida e  missão deles aqui no mundo.

Que Deus abençõe os estimados Padres Marcos e Gustavo




03 agosto, 2013

" Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim ainda que morto viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá."                                                                                                                                                                                   Querida DINA,  descanse em paz nos braços do Pai


+ 03/08/2013


03/agosto/2013

5 anos de ordenação sacerdotal do Padre Marcos

Que Deus o abençoe hoje e sempre





31 julho, 2013


Catequistas participam da missa de acolhida do símbolo do Regional Sul 1 para o Ano da Fé.

Neste dia 30 de junho, na Catedral Nossa Senhora das Dores, em celebração presidida pelo padre Rossini e concelebrada pelos padres: Bryan,Marcos Ramalho,  Rodrigo, Amaury, Israel, diácono Pedro Bernardo, seminarista, catequistas de diversas paróquias da cidade de Limeira e povo de Deus, acolheram os simbolos do ANO DA FÉ, preparado pelo Regional Sul1 da CNBB.

Outras fotos em:


29 julho, 2013

CONVITE:

Hoje, 29/julho/2013, após a missa das 19h30, na Matriz São Benedito, com padre Marcos:

REFLEXÃO/FORMAÇÃO sobre o ANO da FÉ


28 julho, 2013


Na verdade a  Jornada começa agora, ou seja, chegou o momento de colocar em prática tudo aquilo que nos foi ensinado

27 julho, 2013

Via Sacra da JMJ Rio2013 - texto original

Sergio Moraes/Reuters
Católicos carregam uma cruz pela Praia de Copacabana durante encenação da Via Crucis, na Jornada Mundial da Juventude


Via Sacra do Jovem Solidário

" Quem quiser ser meu discípulo, tome sua cruz e siga-me"! (Mt 16,24)

O trajeto percorrido por Jesus na cidade de Jerusalém foi  retratado pela Via-Sacra neste dia 26 de julho, em cenários cariocas, como a Pedra do Arpoador e Escadaria Selarón, na Lapa. As  14 estações, com 13 delas encenadas ao longo de 900 metros do canteiro central da Avenida Atlântica e a última, no palco central, onde estava  o Papa Francisco. O elenco  composto por 280 voluntários,  encenaram  as estações  por  cerca de 1h15 de cortejo.
Cada uma das estações tratou de um tema relacionado às questões da juventude no mundo contemporâneo: “jovem missionário”, “jovem convertido”, “jovem de comunidade de recuperação”, “jovem falando em nome das mães”, “seminarista”, “religiosa que luta pela vida”, “casal de namorados”, “jovem falando pelas mulheres que sofrem”, “estudante cadeirante”, “jovem das redes sociais”, “presidiário ou jovem da pastoral penal”, “jovemcom doença terminal”, “jovem deficiente auditivo” e “jovens da África, América do Norte, da América Latina e do Caribe, da Europa, da Ásia e da Oceania”.  
“A Via-Sacra é feita para falar com os jovens; como que a história desse caminho de sofrimento de Cristo dialoga hoje com as dificuldades do jovem contemporâneo. É uma Via-Sacra que tem uma mensagem de solidariedade. Não é só falar dessas questões, mas chamar o espírito dos jovens à ação solidária e cristã”, afirmou o diretor artístico, Ravel Cabral.
O texto foi escrito pelos padres do Sagrado Coração de Jesus, padre José Fernandes de Oliveira (Pe. Zezinho, scj) e padre João Carlos Almeida (Pe. Joãozinho, scj).
A transmissão foi  feita para todos os participantes através dos telões.


Santo Padre: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
TODOS: AMÉM
Santo Padre: Nós te adoramos e te bendizemos, Senhor Jesus Cristo, redentor da humanidade.
TODOS: Tua entrega na cruz nos dá a Vida, mostra o Caminho, revela a Verdade!
Santo Padre: OREMOS. Ó Pai, enviaste o Teu Filho Eterno para salvar o mundo e escolheste homens e mulheres para que, por Ele, com Ele e n’Ele, proclamassem a Boa-Nova a todas as nações. Concede as graças necessárias para que brilhe no rosto de todos os jovens a alegria de serem, pela força do Espírito, os evangelizadores de que a Igreja precisa no Terceiro Milênio.
TODOS: AMÉM
1º ESTAÇÃO – Jesus é condenado à morte,  do Evangelho segundo São João (19, 14-16)
Era véspera da Páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus: “Aqui está o vosso rei” Eles começaram a gritar: “Fora! Fora! Crucifica-o” Pilatos perguntou: “Mas eu vou crucificar o vosso rei?” Os chefes dos sacerdotes responderam: “Não temos outro rei além de César.” Então, finalmente, Pilatos entregou Jesus a eles para que fosse crucificado. Eles levaram Jesus.
Jovem: Um inocente foi condenado
Meditação (MISSIONÁRIO DE FRONTEIRA):
Senhor Jesus, Cristo Redentor, eis-me aqui! Fui atraído pelo teu divino Coração. Venho das fronteiras do mundo. Sou missionário e encontro no meu caminho muitos jovens inocentes que todos os dias são condenados à morte pela pobreza, pela violência e por todo tipo de consequências do pecado que nos machuca desde as origens da humanidade. Quero seguir teus passos na certeza de que tudo posso n’Aquele que me fortalece e se Deus é por nós, quem será contra nós? (Cf. Fil 4,13; Rm 8,31-32)
2ª ESTAÇÃO – Jesus toma a cruz aos ombros,  do Evangelho segundo São Marcos e São João
Depois de zombarem de Jesus, tiraram-lhe o manto vermelho, o vestiram de novo com as próprias roupas dele, e o levaram para fora, a fim de o crucificarem. (Mc 15, 20) Levaram então consigo Jesus. Ele próprio carregava a sua cruz para fora da cidade, em direção ao lugar chamado Calvário, em hebraico Gólgota. (Jo 19,17)
Jovem: Assumiu uma cruz que não era dele
Meditação (JOVEM CONVERTIDO):
Senhor Jesus, Cristo Redentor, eis-me aqui! Fui convertido pelo teu divino Coração. Tomaste sobre os ombros minhas dores e misérias (Cf. Is 53,4.). Era minha a cruz que te feriu. Quero completar o teu sacrifício em minha vida, deixando-me tocar por tão grande amor e dando testemunho com as palavras e com o exemplo ali onde o mundo precisa. Levarei para sempre a tua cruz no meu peito e as tuas palavras no meu coração. Quero ser instrumento deste amor que nunca se cansa de amar.
3ª ESTAÇÃO – Jesus cai pela primeira vez,  do livro do profeta Isaías (53, 4-5)
Eram as nossas doenças que ele carregava, eram as nossas dores que ele levava em suas costas. E nós achávamos que ele era um homem castigado, um homem ferido por Deus e humilhado. Mas ele estava sendo transpassado por causa de nossas revoltas, esmagado por nossos crimes. Caiu sobre ele o castigo que nos dá a paz; e por suas feridas é que fomos curados.
Jovem: A cruz foi ficando pesada
Meditação (VOLUNTÁRIO EM COMUNIDADE DE RECUPERAÇÃO):
Senhor Jesus, Cristo Redentor, eis-me aqui! Nas quedas sou animado pelo teu humilde Coração. Sou voluntário numa comunidade de recuperação de jovens que caíram na dependência química. São vítimas de um comércio violento e cruel. São desfigurados e correm o risco de permanecer no chão. Vejo teu rosto na face de cada um deles. Ensina-me a ser como o bom samaritano que, para além dos discursos, tem coragem de levantar quem está caído à beira do caminho e cuidar de suas feridas (Cf. Lucas 10,25-37). Neste gesto de solidariedade salutar, ensina-me que somente em ti encontraremos a total transfiguração.
4ª ESTAÇÃO – Jesus encontra sua aflita mãe,  do Evangelho segundo São Lucas (2, 34-35.51b)
“Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua mãe: ‘Este menino está aqui para queda e elevação de muitos em Israel e para ser sinal de contradição. Quanto a vós, uma espada há de atravessar-lhe a alma. Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações.’ Sua mãe guardava todas estas coisas no seu coração.
Jovem: Dor de filho, dor de mãe!
Meditação (UMA JOVEM FALA EM NOME DAS MÃES):
Senhor Jesus, Cristo Redentor, eis-me aqui! Contemplo a profunda comunhão de amor entre o teu Coração e o coração de tua mãe. É uma comunhão redentora! Aquela troca silenciosa de olhares no caminho da cruz fala mais do que qualquer discurso ou palavra. A dor do filho é realmente a dor da mãe. Isto me faz pensar nas lutas em favor da vida da sua concepção até o seu fim natural. Nós mulheres temos uma vocação muito forte para defender tudo o que vive. Não podemos aceitar a violência de quem se acha no direito de interromper uma vida indefesa. Queremos proclamar com tua mãe: O Senhor fez em mim grandes coisas. Derruba do trono os arrogantes e eleva os humildes. Manifesta a força de seu braço e nos sustenta nos caminhos vida.
5ª ESTAÇÃO – Simão Cireneu ajuda Jesus a carregar a cruz,  do Evangelho segundo São Lucas (23, 26) e São Mateus (16,24)
Enquanto o conduziam, detiveram um certo Simão de Cirene, que voltava do campo, e impuseram-lhe a cruz para que a carregasse atrás de Jesus. (Lc 23, 26) Jesus disse aos seus discípulos: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz, e me siga.” (Mt 16,24)
Jovem: Converteu-se enquanto ajudava Jesus
Meditação (SEMINARISTA):
Senhor Jesus, Cristo Redentor, eis-me aqui! Fui chamado pelo teu divino Coração. Sou um jovem vocacionado a caminho do sacerdócio. O teu apelo ressoa muito forte no meu interior: Quem quiser ser meu discípulo, tome sua cruz e siga-me! Mas nem sempre compreendo que a luz passa pela cruz. Ao carregar um pouco do teu fardo quero aprender os caminhos da configuração a ti. Livra-me da tentação dos primeiros lugares e ensina-me a ser um bom pastor. Que um dia eu possa dizer: eu vivo, mas não sou eu que vivo; é Cristo que vive em mim (Cf. Gal 2,20).
6ª ESTAÇÃO – Verônica enxuga o rosto de Jesus,  do livro do profeta Isaías (53, 2-3)
Meu servo cresceu como broto na presença do Senhor, como raiz em terra seca. Ele não tinha aparência nem beleza para atrair o nosso olhar, nem simpatia para que pudéssemos apreciá-lo. Desprezado e rejeitado pelos homens, homem do sofrimento e experimentado na dor; como indivíduo de quem a gente esconde o rosto, ele era desprezado e nem tomamos conhecimento dele.
Jovem: A mulher que não se calou
Meditação (CONSAGRADA QUE LUTA PELA VIDA):
Senhor Jesus, Cristo Redentor, eis-me aqui! Sou consagrada ao teu divino Coração no serviço ao meu irmão. Não posso me calar quando encontro nas vias-sacras da vida tantas vítimas de uma “cultura de morte”: mulheres prostituídas e famílias na miséria, enfermos sem atendimento e idosos desprezados, migrantes sem terra e jovens desempregados. Ao enxugar as lágrimas, o suor e o sangue do rosto destes irmãos e irmãs vejo maravilhada que a tua face fica estampada no lenço da minha solidariedade (Cf. Mt 25,31-46).
7ª ESTAÇÃO – Jesus cai pela segunda vez,  do livro das Lamentações (3,1-2.9.16.20-21)
Eu sou alguém que provou a miséria, sob a vara da sua ira. Ele me conduziu e me fez andar nas trevas e não na luz. (…) Embarrou meus caminhos com blocos de pedra, obstruiu minhas veredas. (…) Ele quebrou meus dentes com cascalho, mergulhou-me na cinza. (…) Mas existe alguma coisa que eu lembro e me dá esperança: o amor de Deus não acaba jamais e sua compaixão não tem fim.
Jovem: Quem caiu subindo, caiu para o alto!
Meditação (CASAL DE NAMORADOS):
Senhor Jesus, Cristo Redentor, eis-nos aqui! Encontramos em teu Coração a nossa morada. Desde que começamos a namorar ensaiamos o jeito certo de construir uma família que tem papel fundamental na transmissão da fé e da vida. Contemplando a tua paixão entendemos que tudo isso foi por amor. Aprendemos, porém, que as nossas paixões não são um fundamento seguro. Só constrói sobre a rocha, quem edifica no amor (Cf. Mt 7,24-27). Dá-nos a sabedoria de começar a construção pelos fundamentos e não pelo telhado. Ensina-nos que cada escolha exige renúncias. Se cairmos, Senhor, seja sempre avançando e nunca desistindo. Mesmo nas quedas, não permita que nos afastemos de ti.
8ª ESTAÇÃO – Jesus consola as mulheres de Jerusalém,  do evangelho segundo São Lucas (23, 28-31)
Jesus, porém, voltou-se, e disse: “Mulheres de Jerusalém, não chorem por mim! Chorem por vocês mesmas e por seus filhos! Porque dias virão, em que se dirá: ‘Felizes das mulheres que nunca tiveram filhos, dos ventres que nunca deram a luz e dos seios que nunca amamentaram.’ Então começarão a pedir às montanhas: ‘Caiam em cima de nós!’ E às colinas: ‘Escondam-nos!’ Porque, se assim fazem com a árvore verde, o que não farão com a árvore seca?”
Jovem: Vocação de mulher: do berço até a cruz
Meditação (UMA JOVEM):
Senhor Jesus, Cristo Redentor, eis-me aqui! No teu Coração tão humano aprendi o valor salvífico do sofrimento e da dor. Completo na minha carne o que falta aos teus sofrimentos pelo teu Corpo, que é a Igreja (Cf. Col 1,24). Teu sacrifício na cruz me ensina que a dor faz parte da condição humana e é tocada inteiramente pelo teu amor que salva. Isto não me leva a uma resignação alienada, mas me faz consciente de que algumas dores são oportunidades para me unir à tua cruz. Ensina-me que na hora da dor melhor do que falar sobre Deus é falar com Deus. A prece consola mais que a explicação.
9ª ESTAÇÃO – Jesus cai pela terceira vez,  do livro das Lamentações (3, 27-32)
É bom para o homem suportar o jugo desde a juventude. Que esteja sozinho e calado, quando cai sobre ele a desgraça; que ponha sua boca no pó: talvez haja esperança; que entregue a face a quem o fere até fartar-se de insultos, porque o Senhor não rejeita para sempre. Se ele aflige, se compadecerá com grande amor.
Jovem: Depois disso, não mais caiu!
Meditação (ESTUDANTE CADEIRANTE):
Senhor Jesus, Cristo Redentor, eis-me aqui! No teu Coração de mestre encontrei a Verdade. Venho do mundo dos estudos. Eles fazem parte da minha missão neste momento. O conhecimento e a ciência me encantam, mas muitas vezes me seduzem e até induzem a imaginar que não preciso de ti. Mas meu coração tem sede de um amor e de uma verdade que superam os amores e as verdades desta terra. Apenas na tua Verdade encontro a sabedoria eterna. E neste tesouro encontro as forças para não mais cair. Apenas quem encontra a Verdade, para além dos limites do corpo, fica verdadeiramente de pé.
10ª ESTAÇÃO – Jesus é despojado de suas vestes,  do evangelho segundo São Mateus (27, 33-36)
Chegados a um lugar chamado Gólgota, quer dizer “Lugar do Crânio”. Aí deram vinho misturado com fel para Jesus beber. Ele provou, mas não quis beber. Depois de o crucificarem, fizeram um sorteio, repartindo entre si as roupas dele. E ficaram aí sentados, montando guarda.
Jovem: Era pobre e mais pobre morreu!
Meditação (JOVEM DAS REDES SOCIAIS):
Senhor Jesus, Cristo Redentor, eis-me aqui! Teu Coração me ensina que a verdadeira identidade está para além da aparência. Livra-me da superficialidade. Faço parte desta geração que nasceu conectada por meio da Internet. Sei que as redes sociais são uma possibilidade para construir relações verdadeiras, mas exigem muita atenção abrir não da identidade e cair na dispersão. Olhando para o teu despojamento total no caminho da cruz eu te peço: ensina-me que a felicidade passa por uma vida simples e despojada. A roupa, a moda e a aparência nunca serão mais importantes do que existe no interior de cada um. Que a tua graça nos ensine os caminhos para evangelizar o “continente digital” e nos deixe atentos à possível dependência ou confusão entre o real e o virtual.
11ª ESTAÇÃO – Jesus é pregado na cruz
Acima da cabeça de Jesus puseram o motivo da sua condenação: “Este é Jesus, o Rei dos Judeus.” Com Jesus, crucificaram também dois ladrões, um à direita e outro à esquerda. As pessoas que passavam por aí, o insultavam, balançando a cabeça, e dizendo: “Tu que ias destruir o Templo, e construí-lo em três dias, salva-te a ti mesmo! Se é o Filho de Deus, desce da cruz!”
Jovem: Feita de dois riscos foi a sua cruz
Meditação (JOVEM DA PASTORAL CARCERÁRIA):
Senhor Jesus, Cristo Redentor, eis-me aqui! No teu divino Coração encontrei a verdadeira liberdade. Estou consciente daquilo que disse João Paulo II: “a pior das prisões é um coração fechado”. Milhões de jovens estão presos cumprindo pena por um erro cometido. Teu olhar de perdão no alto da cruz me faz pensar que é possível mudar de vida. Ensina-me que a tua cruz uniu a terra e o céu e os teus braços abertos acolhem a todos, até quem está na prisão (cf. Mt 25,43). É bom saber que amas não apenas quem é justo e santo, mas também o pecador (cf. Rm 5,8). Obrigado, Senhor, pela tua imensa compaixão!
12ª ESTAÇÃO – Jesus morre na cruz,  do evangelho segundo São Mateus (27, 45-50)
Desde o meio-dia até as três horas da tarde houve escuridão sobre toda a terra. Pelas três horas da tarde Jesus deu um forte grito: (…) “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” (…) Alguém foi correndo pegar uma esponja, a ensopou em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara, e deu para Jesus beber. (…) Então Jesus deu outra vez um forte grito, e entregou o espírito.
Jovem: O autor da vida aceitou morrer
Meditação (JOVEM QUE TRABALHA COM DOENTES TERMINAIS):
Senhor Jesus, Cristo Redentor, eis-me aqui! Teu Coração aberto na cruz é a fonte da vida para todos os que vivem na doença um tempo difícil de purificação. Acompanho o calvário de irmãos em estado terminal. A certeza da tua presença muda até mesmo o sentido da dor. Um instante contigo tem o sabor da eternidade. Então, Senhor, fortalece em mim a fé, a esperança e a caridade. Faz de mim um missionário da vida, da cura, do cuidado dos pobres e esquecidos. Morrendo para mim mesmo, converte-me para o serviços aos irmãos.
13ª ESTAÇÃO – Jesus é descido da cruz,  do evangelho segundo São Lucas (23, 50.52-53)
Havia um homem bom e justo, chamado José. Era membro do Conselho, mas não tinha aprovado a decisão, nem a ação dos outros membros. Ele era de Arimatéia, cidade da Judéia, e esperava a vinda do reino de Deus. José foi a Pilatos, e pediu o corpo de Jesus. Desceu o corpo da cruz, o enrolou num lençol, e o colocou num túmulo escavado na rocha, onde ninguém ainda tinha sido sepultado.
Jovem: Maria e os discipulos o descrucificaram
Meditação (SURDO EM LIBRAS):
Senhor Jesus, Cristo Redentor, eis-me aqui! É maravilhoso escutar as lições do teu divino Coração. Passo os dias no silêncio de sons e palavras. Não consigo ouvir com os ouvidos, mas escuto tua voz em meu coração. Ao ver-te descido da cruz, repousar no colo piedoso de tua querida mãe, sinto que todos os discursos são insuficientes e uma única palavra já é demais. Existem momentos em que o silêncio e a contemplação falam muito mais. Ensina-me a descrucificar os meus irmãos. Que o meu testemunho seja um silencioso grito de amor e de solidariedade.
14ª ESTAÇÃO – Jesus é sepultado,  do evangelho segundo São Mateus (27, 59-61)
José, tomando o corpo, o envolveu num lençol limpo, e o colocou num túmulo novo, que ele mesmo havia mandado escavar na rocha. Em seguida, rolou uma grande pedra para fechar a entrada do túmulo, e retirou-se. Maria Madalena e a outra Maria estavam aí sentadas, em frente ao sepulcro.
Jovem: Semeado no silêncio fecundo
Meditação (JOVENS: EUROPEU DO LESTE, EUROPEU, AFRICANO, NORTE AMERICANO, LATINO-AMERICANO E CARIBENHO, ASIÁTICO E OCEÂNICO):
Senhor Jesus, Cristo Redentor, aqui estamos, envia-nos! (Cf. Is 6,8). Queremos ser um só coração e uma só alma. Iremos a todas as nações da terra para dar testemunho de que encontramos o verdadeiro caminho para a vida. A semente de tua Palavra caiu em nossos continentes. Não ficará sepultada na terra. Ensina-nos a cultivá-la para que nasçam os frutos de uma nova evangelização.
- Que o Leste Europeu seja marcado pela paz e pela liberdade religiosa.
- Que a Europa supere a agressiva onda de secularização pelo anúncio corajoso da fé.
- Que a África supere a violência e construa a Igreja como família e a família como Igreja.
- Que a América do Norte reconheça as culturas que afastam do Evangelho.
- Que a América Latina e o Caribe encontrem caminhos para superar a injustiça e a violência.
- Que a minoria cristã da Ásia seja presente como semente fecunda, mesmo quando perseguida.
- Que a Oceania sinta mais fortemente o compromisso de anunciar o Evangelho!
(Texto inspirado na Mensagem Final do Sínodo da Nova Evangelização para a transmissão da fé, nº 13)
Santo Padre: Nós te adoramos e te bendizemos, Senhor Jesus Cristo, redentor da humanidade.
TODOS: Tua entrega na cruz nos dá a Vida, mostra o Caminho, revela a Verdade!
Santo Padre: OREMOS. Ó Cristo, Redentor da humanidade, Tua imagem de braços abertos no alto do Corcovado acolhe todos os povos. Em Tua oferta pascal, nos conduziste pelo Espírito Santo ao encontro filial com o Pai. Os jovens, que se alimentam da Eucaristia, Te ouvem na Palavra e Te encontram no irmão, necessitam de Tua infinita misericórdia para percorrer os caminhos do mundo como discípulos missionários da nova evangelização.
TODOS: AMÉM
fontes:
www.familiamissionaria.com.br
www.tamujuntojmj.cancaonova.com.br