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25 junho, 2013

Hoje somos chamados a rezar por nossa Igreja Particular de Limeira, pois celebramos o 37º Aniversário de sua instalação. Parabéns à Diocese de Limeira, a esta porção do Povo de Deus, por uma história tão bonita e fecunda, no anúncio e vivência do Evangelho, como discípulos(as) de Jesus Cristo. Que a Virgem Senhora das Dores, nosso Excelsa Padroeira, interceda por toda a Diocese de Limeira.

Padre Marcos Radaelli
Fonte:
Facebook




24 junho, 2013


Convite:

Nesta 2ª feira, 24/junho/2013, na Matriz são Benedito, após a missa das 19h30

Reflexão/Estudo sobre o Ano da Fé

Com Padre Marcos





21 junho, 2013



Louvado sejas, meu Senhor, pelo inverno que nos leva ao recolhimento. Inverno é frio, mas intimidade, é neve, mas companhia aconchegante. Queremos começar pedindo-te perdão por sermos tão superficiais e tão pouco profundos, por vivermos tão distraídos e tão pouco atentos às graças e moções de teu Espírito. Perdão, ainda, pela pouca intimidade e cultivo da vida espiritual e fraterna. Te suplicamos que não desanimes conosco, quando nos vês tão esquecidos de ti, satisfeitos e mergulhados nas roupas quentes das nossas pobres conquistas. Generosamente perdoa-nos, mesmo sorrindo diante de nossas faceiras infantilidades. Prometemo-te que, de agora em diante, daremos mais atenção à tua presença na história do mundo e em nossa vida particular. Viveremos mais antenados em ti, mais plugados em tua energia, pois és o hóspede mais querido de nossos corações. E como prova de nossos cuidados por ti, cuidaremos melhor dos pobres para que não sofram tanto com os rigores do inverno. Cuidaremos também de todos os que sofrem o frio do isolamento e da falta de amor. Nossa presença junto a eles será uma expressão de nossa atenção à tua presença em nossas vidas. Em louvor de Cristo. Amém.
Frei Neylor J.Tonin

"O inverno passará e a primavera eterna virá. Quanto mais fortes forem as tempestades de inverno, tanto mais ricas serão as belezas da primavera.” (Padre Pio de Pietrelcina)




O Centro Diocesano de Formação Teológica está a serviço da formação de agentes de pastoral da Diocese de Limeira. Para isso, possui dois cursos de formação em desenvolvimento: o de Teologia e o de Formação de Catequistas. No primeiro, foram formados cerca de 1100 agentes de pastoral e no segundo cerca de 1000 catequistas.

Com o intuito de melhor servir a Diocese, venho respeitosamente comunicar  que estão abertas as inscrições para o curso de Teologia para o período de 2013-2015, desde 27 de maio até 01º de agosto. Com isso, o agente que ingressar neste semestre, participará o terceiro bloco – Bíblia – em 2013, do quarto bloco – Teologia Sistemática – e quinto bloco – Moral e Pastoral – em 2014, e do primeiro e segundo blocos – Introdução à Teologia e História da Bíblia, das Religiões e da Igreja em 2015, respectivamente. Esta medida se fez necessária em função de que muitas pessoas têm procurado a Secretaria deste Centro para ingressar no curso, após ter terminado o período de inscrições no início deste ano, alegando pouco tempo para articulação com o respectivo Pároco de sua Comunidade Paroquial de origem.

Agradecendo a atenção dispensada, despeço-me fraternalmente, salientando que maiores detalhes poderão ser obtidos junto à Secretaria do CDFT: (19) 3441-5329 – ramal 212  (Katia/Carla) – e-mail: edteolog@ntelecom.com.br ou na Livraria Catedral: (19) 3451-9107.

Pe. Dr. Paulo Sérgio Lopes Gonçalves

Coordenador Geral

O Centro Diocesano de Formação Teológica está a serviço da formação de agentes de pastoral da Diocese de Limeira. Para isso, possui dois cursos de formação em desenvolvimento: o de Teologia e o de Formação de Catequistas. No primeiro, foram formados cerca de 1100 agentes de pastoral e no segundo cerca de 1000 catequistas.

Com o intuito de melhor servir a Diocese, venho respeitosamente comunicar que estão abertas as inscrições para o curso de Teologia para o período de 2013-2015, desde 27 de maio até 01º de agosto. Com isso, o agente que ingressar neste semestre, participará o terceiro bloco – Bíblia – em 2013, do quarto bloco – Teologia Sistemática – e quinto bloco – Moral e Pastoral – em 2014, e do primeiro e segundo blocos – Introdução à Teologia e História da Bíblia, das Religiões e da Igreja em 2015, respectivamente. Esta medida se fez necessária em função de que muitas pessoas têm procurado a Secretaria deste Centro para ingressar no curso, após ter terminado o período de inscrições no início deste ano, alegando pouco tempo para articulação com o respectivo Pároco de sua Comunidade Paroquial de origem.
Agradecendo a atenção dispensada, despeço-me fraternalmente, salientando que maiores detalhes poderão ser obtidos junto à  Secretaria do CDFT: (19) 3441-5329 – ramal 212 (Katia/Carla) – e-mail: edteolog@ntelecom.com.br ou na Livraria Catedral: (19) 3451-9107.


Pe. Dr. Paulo Sérgio Lopes Gonçalves
Coordenador Geral

19 junho, 2013


Padre Marcos, Monsenhor Gustavo, Diácono Pedro e fiéis, participam da missa de Ação de Graças, pela nomeação do Padre Cabral como novo Bispo da Diocese de Almenara-MG
outras fotos em:
www.eventosdiocesanos.blogspot.com


Parabéns padre Cabral e abençoado pastoreio junto à Diocese de Almenara-MG
Na manhã desta quarta-feira, 19 de junho, a Nunciatura Apostólica no Brasil comunicou que o Santo Padre, Papa Francisco, nomeou  o Monsenhor José Carlos Brandão Cabral  como bispo da diocese de Almenara (MA).
Monsenhor José Carlos Brandão Cabral é natural de Queiroz (SP), e está com 50 anos de idade. Iniciou sua formação religiosa em 1977, na fraternidade dos Frades Capuchinhos, mas em 1989 passou a fazer a caminhada dos estudos na diocese de Limeira (SP), onde recebeu a ordenação presbiteral em 1993. Trabalhou em diversas paróquias desta diocese, e colaborou com a cúria diocesana nas funções de vigário episcopal e juiz do Tribunal Eclesiástico Interdiocesano de Campinas. Atualmente, era o pároco da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, em Americana (SP) e chanceler da cúria. A nomeação para a diocese de Almenara foi realizada pelo Papa Francisco após o pedido de renúncia de dom Hugo Maria Van Steekelenburg, por motivo de idade.
fonte:
www.diocesedelimeira.org.br






18 junho, 2013


17/junho - São Manoel - Mártir
São Manoel, embaixador do Império Persa, santo e mártir da Igreja Católica. Martirizado em 363, é festejado em 17 de junho. Desde 313 o Édito de Milão, baixado pelo Imperador Constantino, declarava que o Império Romano seria neutro em relação ao credo religioso, acabando oficialmente com toda perseguição religiosa, especialmente contra o Cristianismo. Porem não tornou o paganismo ilegal ou fez do cristianismo a religião estatal única com isso garantia a liberdade religiosa às diversas religiões do Imério Romano. Os cristãos não precisavam mais se reunir nas catacumbas. Após a morte de Constantino, seu sobrinho Juliano, denominado "o apóstata" (traidor da fé, pois renegou o seu próprio batismo, chegando a desprezar a Jesus chamando ironicamente de “O Galileu”), por um período, restabelece a antiga religião pagã. ), assume o trono imperial em 361. Todo o Império ficou disseminado de teorias pagãs e os cristãos voltaram a ser perseguidos. São Manoel, sendo embaixador do império persa foi com outros cristãos (seus irmãos Sabel e Ismael, em missão, para negociar a paz com Juliano, que aceitou o pedido de paz do Império Persa, e os convidou para comemorar a paz entre os impérios em uma festa dedicada a Deusa Diana. Tendo os persas negado o culto à Deusa, Juliano considera o cristianismo a praga que iria dominar o mundo, e manda prender os cristãos e torturá-los para cultuar os Deuses em troca de liberdade, tendo eles resistido a todo tipo de tortura em que eram submetidos. Por fim Juliano mandou que os amarrassem e que pregassem pregos em seus ouvidos, matando-os no ano de 363 d.c.
São Manoel é o padroeiro da cidade de São Manoel e de Leme no estado de São Paulo,Mutum e Rio Pomba em Minas Gerais e de Marco no Ceará.
Fonte:

09 junho, 2013

09/junho/2013 - Chá no Recanto dos Idosos Nossa Senhora do Rosário
Deus abençoe a todos que colaboraram.
outras fotos em:
www.rinser-eventos.blogspot.com



Paroquianos participam da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus.
outras fotos em:
www.apostoladodaoracaolimeira.blogspot.com

06 junho, 2013

07/junho/2013 - Solenidade do Coração de Jesus

Na solenidade do Coração de Jesus, somos convidados a contemplar a Cristo, o homem de coração novo, na integridade do ser humano, cheio do Espírito de Deus. Esta plenitude manifesta-se na mansidão e humildade de coração, que o torna aberto ao amor do Pai e cordial na relação com os outros, até dar a vida por eles. Do seu Coração trespassado na cruz, recebemos o dom do Espírito, que nos reconcilia com o Pai e entre nós. Estamos conscientes dos nossos limites e sensíveis ao drama da miséria, da injustiça e dos atentados à dignidade das pessoas e à integridade da criação. Mas o Espírito guia-nos pelo caminho do coração, aprendendo de Jesus, para nos pormos ao serviço da reconciliação e colaborar na construção de um mundo novo, onde reine a justiça e a paz, segundo o projeto de Deus.
Embora o Sacratíssimo Coração de Jesus seja honrado na primeira sexta-feira de cada mês do ano, hoje (sexta-feira) nós celebramos a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus. A Devoção ao Sagrado Coração de Jesus remonta ao século XI, depois ao longo do século XVI,  havia uma devoção particular ao Sagrado Coração muitas vezes ligada à devoção às Cinco Chagas de Nosso Senhor. A Primeira Festa do Sagrado Coração foi comemorada no dia 31 de agosto de 1670, em Rennes, na França, graças aos esforços do Padre Jean Eudes (1602-1680). De Rennes, a propagação da devoção espalhou-se, mas tão somente depois das visões de Santa Margarida Maria Alacoque (1647-1690) é que se tornou universal. Em todas essas visões, o Sagrado Coração de Jesus desempenhou um papel central. Nas aparições Nosso Senhor deu à Margarida Maria Doze Promessas àqueles que venerassem Seu Sagrado Coração.  No dia 16 de junho de 1675, durante a oitava da Festa de Corpus Christi, numa aparição, Jesus Cristo pediu a Santa Margarida Maria , que pedisse para que a Festa do Sagrado Coração fosse celebrada na sexta-feira após a oitava (ou oitavo dia) da Festa de Corpus Christi,ou 19 dias após o domingo de Pentecostes, em reparação pela ingratidão dos homens para com o Seu Santo Sacrifício.        
Esta devoção está, pois, intimamente ligada ao Santo Sacrifício da Missa.
A devoção ao Sagrado Coração de Jesus tornou-se bastante popular após a morte de Margarida Maria, em 1690.  Embora inicialmente a Igreja tivesse dúvidas sobre a validade das visões,  antes ainda de 1765 a Festa já era celebrada oficialmente na França. Quase 100 anos depois, em 1856, o Papa Pio IX, a pedido dos Bispos Franceses, estendeu a festa à Igreja Universal.  “Na linguagem Bíblica” , embora a palavra coração “indique o centro da pessoa, onde os seus sentimentos e intenções habitam”, o Coração do Redentor representa além de tudo o Seu Amor por toda a humanidade, a Sua Misericórdia Infinita. Praticar a devoção ao Sagrado Coração de Cristo, portanto , significa adorar aquele Coração que nos amou até o fim, que foi trespassado por uma lança e do alto da Cruz derramou sangue e água, uma fonte inesgotável de vida nova.  A Festa do Sagrado Coração de Jesus  é antes de tudo uma chamada Eucaristica, porque na Hóstia Sagrada , Nosso Senhor está verdadeiramente presente e Ele oferece a cada um de nós Seu Coração, Seu Amor Misericordioso. Passar o tempo na presença Eucarística do Senhor , adorá-LO, é a melhor expressão da Devoção ao Seu Sagrado Coração. 
“Eis o Coração que amou a humanidade!”
O mais profundo desejo do Coração de Jesus é que descubramos o quanto Ele nos ama, e a extensão de Seu terno Amor por todas as criaturas que, arrefecidas por seu egoísmo, olham somente para dentro de si, e  parecem ter até medo de se deixarem ser  amados incondicionalmente por Seu Criador, que nada  pede e ama por pura gratuidade. Muitas vezes, ao longo de toda história, os Sumos Pontífices lembraram a humanidade que, sem Nosso Senhor, a vida não tem significado real, e o homem ainda tateia no escuro para encontrar a si mesmo! Como a sociedade, a cultura, a economia, a política hoje precisam abrir-se a este Sagrado Coração! Quanto necessita redescobrir o Coração Misericordioso, o Amor Infinito de Deus que se revela em nossas vidas quando nos abrimos para Ele. É verdade que quanto mais o homem se cerca de mil coisas, mais ele perde o principal, mais ele se distancia de Deus,  menos ele corresponde a este Amor amando-O. Nesta festa devemos ter atenção em Jesus presente na Santíssima Eucaristia e devemos refletir sobre o Amor incondicional de Deus e sobre a Misericórdia Infinita simbolizada pelo Seu Coração.É preciso aproximarmos de Jesus e é por meio da Adoração Eucarística que somos “abertos” a partir de dentro pelo Seu trabalho invisível em nós. A Santíssima Eucaristia, celebrada e adorada, como a Igreja nos ensina, é o maior e mais eficaz tesouro da nossa salvação, um tesouro infinito que deve ser salvaguardado com profundo  respeito e profunda devoção. É extremamente necessário lembrarmos aqui que perto do Coração do Filho é o Coração da Mãe a quem a Igreja celebra  no dia após a solenidade do Sagrado Coração de Jesus. Diz o Santo Padre : “ O Coração que se assemelha ao de Cristo  mais do que qualquer outro é, sem dúvida, o Coração de Maria, Sua Mãe Imaculada, e por isso mesmo a liturgia os detém juntos para a nossa veneração”. Confiemos o mundo inteiro, o Santo Padre, nossa Santa Igreja, todo o Clero, nossa Diocese, nossa comunidade, nossa família , nosso coração, todo nosso ser e  missão aos Sacratíssimos Corações de Jesus e Maria, para que todos juntos possam  experimentar o Amor misericordioso de Deus e conheçam a verdadeira Paz.

                                ORAÇÃO
“Ó Coração de Jesus, vimos consagrar-Lhe as nossas pessoas e nossas vidas. Entregamos as nossas ações, nossos desejos, nossos problemas e os nossos sofrimentos. Entregamos-Lhe nossa Santa Igreja, o Santo Padre, todo o Clero,nossas Dioceses, nossas Comunidades, nossos benfeitores, nossos amigos e inimigos, nossas famílias , nossa missão e todo nosso ser. Queremos viver somente para honrá-LO , amá-LO e trazer-Lhe Glória. Fizemos uma decisão e não queremos mudar: o de  pertencermos totalmente a Vós, fazer tudo por Vosso Amor, e renunciar de todo o coração  a tudo que possa desagradá-LO.
Tu serás sempre o coração do nosso desejo. E o objetivo dos nossos esforços será sempre para Te amar cada vez mais e torná-LO também conhecido, amado e servido pelas almas às quais nos enviar. Por isso , Vos levamos , Ó Sagrado Coração de Jesus, como o principal objeto do nosso amor, como Aquele que protege nossas vidas, guarda nossos apostolados, nossa missão e como Aquele que prevê um remédio para a nossa incompetência, nossa infidelidade, e nossa instabilidade. Vós também sois a nossa satisfação diante de todas as deficiências em nossas ações, porque Tu és Aquele que responde por nós, És também nosso poderoso auxílio durante toda a vida e nosso refúgio seguro na hora da nossa morte.  Vós sois o amigo fiel e íntimo do nosso coração. O único que não nos engana nem trai. Vós sois também nossa riqueza”.


fontes:
www.scj.org.br
www.ultimasmisericordias.com.br




07/06/2013- Jornada Mundial de Orações pela Santificação do Clero

A Igreja, convida os fiéis e grupos do Apostolado da Oração de todas as paróquias e comunidades de fé, para intensificar suas preces e orações pelos sacerdotes do mundo, especialmente,  nesta sexta-feira, dia 7, solenidade do Sagrado Coração de Jesus  e  Dia de Oração pela Santificação dos Sacerdotes.

Oração pela Santa Igreja e pelos sacerdotes

Ó meu Jesus, Vos peço por toda a Igreja, concedei-lhe o amor e a luz do Vosso Espírito, dai vigor às palavras dos Sacerdotes, de tal modo que os corações endurecidos se enterneçam e retornem a Vós, Senhor. Ó, Senhor, dai-nos santos sacerdotes; Vós mesmo, conservai-lhes na santidade. Ó Divino e Sumo Sacerdote, que a potência da vossa misericórdia lhes acompanhe em todos os lugares e lhes defenda das insídias e dos laços do diabo, pois ele tenta continuamente as almas dos sacerdotes. Ó Senhor, que a potência da Vossa misericórdia quebre e aniquile tudo aquilo que possa obscurecer a santidade dos Sacerdotes, porque Vós podeis todas as coisas. Meu Jesus amantíssimo, Vos peço pelo triunfo da Vossa Igreja, para que abençoes o Santo Padre e todo o Clero; para obter a graça da conversão dos pecadores obstinados no pecado; por uma especial bênção e luz,Vos peço, Jesus, pelos sacerdotes com os quais me confessarei durante toda a minha vida.


(Santa Faustina Kowalsk


05 junho, 2013

Zeladoras da Paróquia São Benedito, participam do tríduo do padroeiro Sagrado Coração de Jesus.
outras fotos em:
www.apostoladodaoracaolimeira.blogspot.com



Pessoal, e aí, Vocês já garantiram o almoço do próximo Domingo 09/06???

Que tal uma deliciosa FEIJOADA recheada de BOAS AÇÕES!!!

Informações na secretaria da Igreja São Benedito 3441-9205
.

fonte:
facebook

31 maio, 2013

Junho

Assim como o mês de maio é dedicado a Nossa Senhora, o mês de junho na Igreja Católica é presidido pela presença amorosa do Sagrado Coração de Jesus.  Devoção nascida na Europa, em Paray le Monial, a partir de uma experiência mística da religiosa visitandina Santa Margarida Maria Alacocque e propagada pela Companhia de Jesus, tendo à frente São Cláudio de la Colombière, diretor espiritual da religiosa em questão, a devoção ao Coração de Jesus espalhou-se rapidamente pelo mundo inteiro, inclusive no Brasil.
Em que consiste essa espiritualidade do coração de Jesus, que, apesar de sua proveniência européia, teve tanto êxito em terras brasileiras, sobretudo no primeiro quartel do século XX, quando cresceram e vicejaram muitas associações como o Apostolado da oração e congregações missionárias inspiradas neste carisma?
Na verdade, o coração de Jesus é o centro de sua pessoa e seu mistério.  Através desse coração, Jesus de Nazaré, Deus encarnado no meio de nós , se comunicava ardente de amor com seu divino Pai e derramava sua amorosa compaixão sobre todos aqueles e aquelas que dele se aproximavam necessitados de cura, consolo ou vida em abundancia. 
A cristologia (a parte da teologia que reflete sobre este mistério da pessoa de Jesus Cristo) não se desenvolve apenas conceitual e especulativamente.  Assim é que um método meramente histórico-crítico positivo não dá conta de toda a complexidade da figura de Jesus de Nazaré e de seu significado para a fé cristã e a teologia. O Cristo da fé, portanto, de acordo com os teólogos contemporâneos, não é um conceito cristológico oposto ao do Jesus histórico, mas o integra e assume em sua totalidade. A unidade dinâmica entre o Jesus histórico e o Senhor ressuscitado e exaltado à direita do Pai - este é o Cristo da fé, este é Aquele que é confessado pela boca das testemunhas, "que viram e dão testemunho", esta é a figura central dos Evangelhos e de todo o Novo Testamento. O coração deste Jesus que viveu entre os homens e mulheres e os / as marcou com sua presença e seu amor é, portanto, o centro da experiência amorosa relacional que mobiliza pessoas e grupos que nele crêem como seu Senhor e seu Deus.  Os Evangelhos não são biografias, nem o Novo Testamento em sua totalidade, um documento meramente histórico.  Mas, sobre uma base histórica real e autêntica, os autores neotestamentários oferecem sua interpretação de fé dos fatos histórico-transcendentes que marcam a vida, morte e ressurreição de Jesus.  Aproximar-se dele é aproximar-se do mistério de sua pessoa, de sua figura, e por ela ser interpelado em cada momento histórico e cultural que toca à humanidade viver.  Por não ser simplesmente uma figura histórica entre outras, Jesus Cristo é referência para todas as pessoas de todos os tempos e lugares.  Por não ser apenas uma projeção das primeiras comunidades, mas ter solidez histórica, Jesus Cristo pode ajudar concretamente a cada homem e a cada mulher em sua inserção real e histórica, em suas circunstâncias espaço-temporais.  Os nomes e títulos com que as testemunhas chamaram a este que confessaram como seu Senhor, podem ajudar-nos a compreender algo mais de sua complexa e fascinante identidade.   A designação de Jesus como Senhor  corresponde ao tratamento que se dava ao Jesus terreno. Possivelmente remete ao título de rabbi (mestre), implicando o reconhecimento de sua pessoa como senhor, assim como a disposição de obedecer-lhe (cf. Mt 7,21; 21, 29 ss: Lc 6,46). Isto faz com que Jesus esteja por cima das instituições humanas e religiosas, como o Sábado, e significa que as palavras do Jesus terreno tenham autoridade inquestionável para a comunidade, inclusive depois de sua morte e ressurreição. A invocação de fé Senhor  significa que a comunidade neotestamentária se submete a seu Senhor (Fil 2,11). Como Senhor exaltado, Jesus Cristo domina sobre toda a humanidade e todo o cosmos. Diante dele, todos os seres do cosmos dobrarão os joelhos, uma vez que honrando a ele, se honra ao próprio Deus Pai, à direita do qual ele está (Ef. 1,20; 1 Pe 3,22). Desta forma, Jesus Cristo recebe os mesmos títulos que Deus (cf. 1 Tim 6,15; cf. Dn 2,47). E por sua divindade e a graça que nos concede, permite-nos que nosso coração tenha os mesmos sentimentos que os seus: compaixão, perdão, misericórdia, amor sem limites.         No entanto, a proclamação de Jesus Cristo como Senhor tem uma particularidade que a faz diferente de todos os outros senhorios e completa o perfil deste Senhor que é o centro da fé cristã desde as origens até nossos dias. O senhorio de Jesus Cristo é inseparável de seu serviço. Seu senhorio se revela num serviço humilde e sem triunfalismo. O Senhor exaltado é inseparavelmente o Servo de Deus e é por causa da sua condição de servo que se lhe pode proclamar Senhor.  O conceito de Servo, presente por exemplo em Mc 10,44, tem indubitavelmente o pano de fundo de Is 53,  centro de interesse dos cânticos do servo de Deus, que segundo uma antiga tradição foi aplicado a Jesus.  Este tema perpassa todos os Evangelhos Sinóticos, ainda que muitas vezes não expresso com a palavra servo. Assim Jesus Cristo, o Senhor exaltado à direita de Deus Pai, é inseparavelmente o servo que se esvazia das prerrogativas gloriosas de sua condição divina, para entrar num caminho de obediência que o levará até o sacrifício da cruz (cf. Fil 2,5ss). Ele é o cordeiro que por seu sacrifício tira o pecado do mundo (Jo 1,29; At 8,32, 1 Pe 1,19).  Isso implica, para todos os cristãos, que entrar no caminho de Jesus Cristo é inelutavelmente entrar em sua obediência, em seu serviço humilde, em sua fidelidade ao Abbá=Pai, até a morte de cruz, em seu amor aos irmãos até dar por eles a vida.  Somente então se poderá participar em sua glória, na medida em que a infinita ciência e o senhorio de Deus o determinem.  Por isso, crer e invocar o Coração de Jesus é buscar ter e ser animado pelos mesmos sentimentos de seu coração. A figura de Jesus Cristo no Novo Testamento une constantemente o presente e o futuro.  Não é uma figura dualista, que se feche na oposição entre o terreno e o celestial.  Na pessoa de Jesus Cristo estão definitivamente reconciliados e em feliz síntese, Deus e o homem, a Palavra e a perfeita escuta obediente, a revelação e a fé, a história e a interpretação da fé, a terra e o céu, a carne e o espírito.  Portanto, a mesma e única salvação já está aí por inteiro, e afeta e resgata os corpos de cada indivíduo, o corpo da sociedade e da Igreja dos homens e mulheres. Mas não somente isto, senão que é também promessa escatológica. Assim como a criação original, que é feita por Deus em Cristo, é sempre atual, assim também o céu está já presente na terra, havendo esta sido definitivamente invadida por aquele na Encarnação do Verbo.  Assim também a terra será escatologicamente transformada, por aquilo que já está dado pela encarnação, vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo, por sua presença que estabelece uma nova rede de relações e inaugura um cosmos novo. Trata-se de um mundo onde o banquete eucarístico reúne a todos num intercâmbio fraterno, no qual cada um tem sua parte sem detrimento para os outros. A metáfora do banquete, muito usada pelo próprio Jesus, revela de maneira excelente o que é a salvação de Jesus Cristo, uma vez que nele se revela não somente o que Deus quer e faz em favor do homem e da mulher, mas o que é Deus mesmo. Deus não é um teorema, um mistério lógico, mas é mistério de salvação, mistério de comunhão que atrai e possibilita, em Jesus Cristo, o acesso à comunhão profunda com ele. Esta salvação se dá num mundo atravessado pelo conflito e pela morte, e por isto seus sinais são precários e muitas vezes frágeis.  Olhando para Jesus Cristo, no entanto, podemos assumir esse duro combate e essa luta sem quartel, com o mesmo espírito do Servo de Deus, que se esvaziou a si mesmo, se fez obediente até a morte, tomando sobre si a violência e o pecado do mundo.  Assim os cristãos terão a força de manter-se de pé, com os pés bem fincados no presente e os olhos cheios de esperança, olhando para o horizonte que é todo ocupado por Jesus Cristo, vencedor do pecado e de todo o mal. Assim aqueles que crêem e seguem a Jesus Cristo poderão pedir e experimentar o que significa ter um coração semelhante ao seu.
“Jesus, manso e humilde de coração, fazei nosso coração semelhante ao vosso”

Maria Clara Bingemer
fonte:
www.amaivos.uol.com.br

Próximo domingo, 02/junho, na Matriz São Benedito...

26 maio, 2013

CONVITE:

Neste dia, 26/maio/2013, após a missa das 19h30,
na Matriz São Benedito

Reflexão/estudo sobre o Ano da Fé,

com padre Marcos.

25 maio, 2013


Nos dias 25 e 26 de maio, a coleta de todas as missas e celebrações realizadas nas comunidades católicas de todo o país terá uma destinação especial. Por decisão da última Assembléia Geral dos Bispos do Brasil, será realizada uma coleta especial para ajudar nos custos da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013.
A seguir, leia a  carta enviada pela Presidência da CNBB ao episcopado brasileiro:

Brasília, 03 de maio de 2013
P – C. Nº 0228/13


COLETA PARA A JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE
SOLENIDADE DA SANTÍSSIMA TRINDADE
25 e 26 de maio de 2013

“Ide e fazei discípulos entre todas as nações!” (cf. Mt 28,19)

Caros irmãos no Episcopado,
Graça e Paz!


A 51ª Assembleia Geral da nossa Conferência Episcopal, em Aparecida – SP, de 10 a 19 de abril de 2013 contemplou, com especial atenção, o tema da Jornada Mundial da Juventude que acontecerá nos dias 23 a 28 de julho no Rio de Janeiro, com a presença do Papa Francisco e de milhares de Jovens do Brasil e de todo o mundo.
O Papa Bento XVI, na missa de encerramento da JMJ em Madri 2011, confiou-nos o cuidado da Cruz Peregrina e do Ícone de Nossa Senhora, para serem levados pelos jovens às nossas igrejas particulares como um grande convite à conversão. São muito edificantes os testemunhos advindos de todos os lugares que acolheram essa peregrinação. O próximo acontecimento será a Semana Missionária que antecede imediatamente a Jornada.
Para ajudar a fazer frente às despesas das Dioceses, Prelazias, da CNBB e da Arquidiocese do Rio de Janeiro, aprovamos, no dia 17 de abril de 2013 (cf. Ata nº 07), uma coleta nacional, a realizar-se em todas as missas e celebrações nos dias 25 e 26 de maio, Solenidade da Santíssima Trindade. O valor arrecadado será assim distribuído: 50% para a Arquidiocese do Rio de Janeiro; 30% para as Dioceses e Prelazias; 10% para o encontro Mundial dos Jovens Universitários que acontecerá em Belo Horizonte - MG e 10% para a nossa Conferência para cobrir os gastos com a Peregrinação da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora.

Para enviar a doação:
Depósito identificado na Caixa Econômica Federal Ag: 2220
OP: 03 – CONTA CORRENTE: 200-0


Deus lhes pague, caros irmãos, pela imprescindível colaboração.
Com afeto e gratidão,
Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida – SP
Presidente da CNBB


19 maio, 2013



Rito para apagar do Círio Pascal
(Domingo de Pentecostes)
O  Sacerdote se dirige  junto ao círio ainda aceso e faz uma breve introdução à liturgia da luz: Irmãos e irmãs, na noite na qual se  deu vida ao alegre tempo Pascal, o “dia de cinqüenta dias”, no momento de acender o Círio, nós aclamamos a Cristo nossa Luz. E a luz do Círio pascal nos acompanhou nestes cinqüenta dias e contribuiu não pouco a nos fazer recordar a grande realidade do Mistério pascal. 
Hoje, no dia de Pentecostes, ao fechar-se o Tempo da Páscoa, o Círio é apagado, este sinal nos é tirado, também porque, educados  na escola pascal do mestre Ressuscitado e cheios do fogo dos dons do Espírito Santo, agora, devemos ser nós, “Luz de Cristo” que se irradia, como uma coluna luminosa que passa no mundo, em meio aos irmãos, para guia-los no êxodo em direção ao céu, à “terra prometida” definitiva.
Veremos agora, no desenrolar do ano litúrgico, resplender a luz do Círio Pascal, sobretudo em dois momentos importantes do caminhar da Igreja: Na primeira Páscoa que viveram os  seus filhos com a recepção do Batismo, e por ocasião da última Páscoa, quando, com a morte, ingressarão na verdadeira vida.   
Sacerdote faz a inclinação ao Círio Pascal,  e o apaga. Depois, voltado para o povo, canta a oração. 
Digna-Te, ó Cristo, nosso dulcíssimo Salvador, de acender as nossas lâmpadas da fé; que em Teu templo elas refuljam constantemente, alimentadas por Ti, que sois a luz eterna; sejam iluminados os ângulos escuros do nosso espírito e sejam expulsas para longe de nós as trevas do mundo/.
Faz que vejamos, contemplemos, desejemos somente a Ti, que só a Ti amemos, sempre no fervente aguardo de Ti, Que vives e reinas pelos séculos dos séculos/. 
E toda a assembléia aclama, cantando:
Amém! Amém! Amém!

18 maio, 2013

15 maio, 2013


Preparando-se para celebrar Pentecostes



Vinde Espírito Santo / E dai-nos o Dom da Sabedoria  / Para que possamos avaliar todas as coisas à luz do Evangelho / E ler nos acontecimentos da vida os projetos de amor do Pai / Dai-nos o Entendimento / Uma compreensão mais profunda da verdade / A fim de anunciar a salvação com maior firmeza e convicção / Dai-nos o Dom do Conselho / Que ilumina a nossa vida  / E orientai a nossa ação segundo vossa Divina Providência / Dai-nos o Dom da Fortaleza / Sustentai-nos no meio de tantas dificuldades / Com vossa coragem para que possamos anunciar o Evangelho / Dai-nos  o Dom da Ciência / Para distinguir o Único Necessário /  Das coisas meramente importantes / Dai-nos Piedade / Para reanimar sempre mais nossa íntima comunhão convosco / E, finalmente, dai-nos vosso santo Temor / Para que, conscientes de nossas fragilidades, /Reconhecermos a força da vossa graça./ Vinde Espírito Santo / E dai-nos um novo coração. Amém.  
fonte:
www.cancaonova.com.br

12 maio, 2013

Que Deus abençoe todas as MÃES.

As que geraram seus filhos em seus ventres e as que os geraram em seus corações.

09 maio, 2013


Curiosidades sobre o Dia das Mães:


No próximo domingo será celebrado o Dia das Mães aqui no Brasil. A data foi criada por decreto em 1932, estabelecendo que ela deveria ser comemorada todo segundo domingo de maio, e acabou se tornando uma tradição. Mas a verdade é que essa celebração surgiu muito, muito antes desse decreto, e nem tinha uma conotação tão comercial como a de hoje em dia. O costume de homenagear as mães remonta da antiguidade, e existem registros de que os gregos homenageavam a mãe dos deuses — Reia —, enquanto os romanos prestavam suas homenagens à sua mãe divina correspondente, Cibele. Já no século XVI, os ingleses costumavam presentear as suas mães durante um serviço religioso — celebrado no 4° domingo da Quaresma —, mas o costume  acabou sendo transferido para o mês de maio. No entanto, o Dia das Mães como é celebrado atualmente teve origem nos EUA, graças a uma mulher que lutou com todas as forças para que ele fosse criado e, depois, abolido. Antes de se tornar um dia para dar presentes, ramos de flores e cartões, essa data era reservada para que as mulheres chorassem os soldados caídos e lutassem pela paz. Tudo começou com uma mulher chamada Ann Reeves Jarvis, que organizava grupos de mulheres que trabalhavam para melhorar as condições sanitárias da época e, assim, reduzir a mortalidade infantil, além de cuidar de soldados feridos durante a Guerra Civil norte-americana. Depois da guerra, Jarvis passou a organizar reuniões e piqueniques pacifistas — ou Dia das Mães —, incentivando as mulheres a adotar um papel mais politicamente ativo. Mas foi Anna, filha de Ann, quem transformou essa data no que ela é hoje. Anna ficou extremamente tocada pelo falecimento de sua própria mãe, passando a organizar homenagens que, pouco a pouco, acabaram se espalhando para outras cidades e estados norte-americanos. E os eventos foram se tornando tão populares que, em 1914, a data comemorativa foi oficializada. Contudo, para Anna, esse era o dia para que todos fossem às suas casas passar o dia com as suas mães para agradecê-las por tudo o que elas significavam. Essa não era uma data para homenagear todas as mães, mas cada mãe, e Anna ficou profundamente perturbada quando percebeu que a festividade estava se transformando em uma mina de ouro e em uma comemoração de cunho comercial. Anna, então, passou a organizar boicotes, participar de protestos e a ameaçar iniciar processos, e inclusive foi presa por perturbar a ordem. Ela acabou gastando toda a sua herança e energia para abolir a celebração que ela havia criado anos antes, e apesar de ter podido lucrar absurdamente com a “comercialização” do Dia das Mães, Anna acabou morrendo sozinha e sem um tostão em um hospital psiquiátrico aos 84 anos.
No Brasil, o Dia das Mães é a segunda data comemorativa mais lucrativa do ano, vindo depois apenas do Natal. 
Assim como no Brasil, o Dia das Mães é celebrado no segundo domingo de maio no Japão, Turquia, Itália, EUA e em muitos outros países.  Em muitas partes do mundo, essa data é comemorada no primeiro domingo de maio, como é o caso de Portugal, Moçambique, Espanha, Hungria e da Lituânia. Em várias localidades, essa celebração ocorre em uma data fixa, como é o caso do México, Guatemala, El Salvador e Belize, que homenageiam as mães no dia 10 de maio, embora ocorram festejos durante todo o ano. Alguns países não celebram o Dia das Mães propriamente dito, como é o caso da Tailândia, que comemora o aniversário da Rainha Sirikit, considerada por muitos a “mãe de todos os tailandeses”, e de Israel, que comemora um dia da família.

fonte:

05 maio, 2013

Ouça a homilia do 
Diácono Pedro Bernardo
Domingo 05/05/2013

01 maio, 2013

Deus abençoe todos os trabalhadores, e abençoe também todos os  desempregados para que não desanimem nesta busca e o quanto antes encontrem  o tão esperado e  necessário trabalho.

30 abril, 2013

MAIO- MÊS DE MARIA

Todos os anos é comum em nossas comunidades, durante o mês de maio, refletirmos sobre o papel de Maria no plano de Deus. A mensagem central do Novo Testamento é Jesus, o Cristo. Os Evangelhos recordam os principais fatos e palavras de Jesus, à luz da ressurreição do Senhor e da atuação do seu Espírito na comunidade. Maria sempre aparece nos Evangelhos em referência a Jesus e à comunidade de seus seguidores.
- Então, vejamos alguns traços de Maria que nos ajudam no seguimento de Jesus Cristo:
Maria é peregrina na fé.  O sim, pronunciado na juventude, se renova muitas vezes no decorrer da sua vida. Ela passa por crises e situações desafiadoras, que a fazem crescer e caminhar sempre mais na adesão ao Senhor. Ela também nos recorda que Deus escolhe preferencialmente os simples e humildes para iniciar o Reino de Deus.
Maria é perseverante na fé até o fim. Maria aparece no início da missão de Jesus, em Caná (Jo 2,1-11), e faz parte do pequeno grupo que, mesmo em meio à perseguição e crucificação de Jesus, permanece fiel. Ela é corajosa discípula de Jesus.
Maria é “Discípula-Mãe”. Ela leva os servidores a realizar o que Jesus lhe diz, mas ao mesmo tempo, nos ensina atitudes de disponibilidade ao Reino de Deus e sensibilidade para com os pobres e pecadores.
Assim, os traços de Maria inspiram atitudes de vida de cada cristão e da Igreja. Sentimo-nos chamados a ser discípulos fiéis de Jesus, ouvindo, acolhendo, guardando no coração e praticando sua Palavra. Maria é um convite a renovarmos nosso sim em meio às crises por que passamos. Ela nos ensina que um coração alimentado por Deus sabe ser agradecido por tantas dádivas que Ele dispensa em nosso meio. Um coração repleto de dons recebidos se empenha pela construção de uma sociedade justa e solidária, construindo o projeto de Deus para o mundo.
fonte:
www.diocese-sjc.org.br

29 abril, 2013


Convite:

Hoje, 29/abril/2013, após a missa das 19h30,
na Matriz São Benedito

Reflexão/estudo sobre o Ano da Fé,
com padre Marcos.

19 abril, 2013

19/abril - Dia do Indio

17 abril, 2013

Papa Francisco: Concílio é obra do Espírito Santo, mas há quem queira andar para trás. ( 16/04/2013)

“Ao que parece, hoje o Espírito Santo nos incomoda, porque nos incentiva, empurra a Igreja para que vá adiante. E nós queremos que ele adormeça, queremos domesticá-lo, e isto não é bom porque Ele é Deus e é a força que nos consola, a força para prosseguirmos. Mas seguir avante dificulta... a comodidade é melhor!
Hoje aparentemente estamos todos contentes com a presença do Espírito Santo, mas não é assim. Por exemplo, vamos pensar no Concílio: o Concílio foi uma linda obra do Espírito Santo. Mas depois de 50 anos, fizemos tudo o que o Espírito Santo nos disse no Concílio? Não. Comemoramos este aniversário, erguemos um monumento, mas desde que não incomode. Nós não queremos mudar, e o pior: alguns querem voltar atrás. Isto é ser teimoso, significa querer domesticar o Espírito Santo, isto é ser insensato e lento de coração." "
E o Papa Francisco concluiu afirmando que é o Espírito Santo que nos faz livres em Jesus, com aquela liberdade de Filhos de Deus.
"Não opôr resistência ao Espírito Santo: é esta a graça que quereria que todos nós pedíssemos ao Senhor - a docilidade ao Espírito Santo, aquele Espírito que vem de nós e que nos faz andar para a frente no caminho da santidade, aquela santidade tão bela da Igreja. A graça da docilidade ao Espírito Santo. Assim seja."
 
fonte:


16 abril, 2013

O Recanto dos Idosos, agradece à coordenadora Sueli e ao Grupo da Melhor Idade do SESI, bem como a todos que participaram e colaboraram com mais este "Chá" em benefício do Recanto.
Que Deus abençoe a todos.

14 abril, 2013

Próximo domingo: 21/abril/2013
na Comunidade do Bom Jesus

Informações; Secretaria da Matriz São Benedito
fone : 3441-9205


10 abril, 2013

 
A história do Hino Nacional reflete alguns dos momentos mais importantes de nossa História. O hino surgiu no momento em que o Brasil atravessava um período difícil, pois D. Pedro I em razão de seus desmandos autoritários fazia a independência do país oscilar. Assim, ao calor das manifestações civis que comemoravam a abdicação do Rei, forçada pelo clamor dos patriotas, Manuel da Silva refez o hino que criara em 1822 para saudar a emancipação política do País. O hino então se transformou num grito de rebeldia da Pátria livre contra a tutela portuguesa. O hino nacional foi tocado pela primeira vez em 1831, ele foi tocado por quase um século sem ter oficialmente uma letra. Foram muitas as tentativas de acrescentar um texto à música que não deram certo, pois em sua maioria não possuíam versos bons: alguns eram carregados de ressentimentos e insultavam os portugueses; outros eram cheios de bajulações ao soberano reinante. Assim, só em 1909 a composição de Francisco Manuel da Silva ganhou a letra de Joaquim Osório Duque Estrada. No ano de 1922, Epitácio Pessoa oficializou a letra como Hino Nacional Brasileiro. Por ter sido originalmente criada para execução em orquestra, a música sofreu adaptações para ser cantada.
Segundo Luís Heitor de Azevedo Correia, o Hino Nacional Brasileiro foi cantado pela primeira vez no cais do Largo do Paço (atual Praça 15 de Novembro, no Rio de Janeiro), quando D. Pedro I partiu em 13 de abril de 1831. Ele foi executado em meio a foguetes e muitos vivas entusiasmados da população.
O Hino Nacional Brasileiro é considerado por muitos como um dos mais belos do mundo e causa uma forte comoção nacional quando é executado em grandes ocasiões. Os nossos grandes atletas nos enaltecem e elevam o nome do nosso país quando sobem ao pódio elevando a bandeira brasileira ao coro do nosso hino. O hino brasileiro ajuda a construir uma identidade nacional com a afirmação de nossa nacionalidade e independência.
Fonte: www.ufg.gov.br
          10 de abril -  Santa Madalena de Canossa

Nasceu em Verona, no ano de 1774 e faleceu com 61 anos. Mas viveu o céu já aqui, acolhendo a salvação e sendo canal dela para muitos. Perdeu cedo seus pais. Teve seu chamado à vocação religiosa, numa consagração total, mas não foi aceita na primeira tentativa, porém, não parou no primeiro obstáculo. Uma mulher mística. Pela sua vida de oração e seu amor a Jesus Crucificado, galgou degraus para uma mística profunda, sendo muito sensível à dor dos irmãos. Viveu num tempo difícil, de guerras, precisando refugiar-se em Veneza. Ali, ela discerniu o carisma como fundadora, e na prática - por causa dos órfãos, enfermos e vítimas da guerra - sua caridade era ardente e reconhecida por muitos. Napoleão Bonaparte conhecia seu testemunho e a chamava de 'anjo da caridade', é fundadora das 'Filhas da Caridade', congregação que iniciou em Veneza, Itália.
Entrou na glória de Deus, porque deixou a glória de Deus a transformar aqui.
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09 de Abril - Santa Maria de Cléofas

Maria de Cléofas, também chamada "de Cléopas", ou ainda "Clopas". É destas três formas que consta dos evangelhos o nome de seu marido, Cléofas Alfeu, irmão do carpinteiro José. Maria de Cléofas era, portanto, cunhada da Virgem Maria e mãe de três apóstolos: Judas Tadeu, Tiago Menor e Simão, também chamados de "irmãos do Senhor", expressão semítica que indica também os primos, segundo o historiador palestino Hegésipo. Por sua santidade, ela uniu-se à Mãe de Deus também na dor do Calvário, merecendo ser uma das testemunhas da ressurreição de Jesus (Mc 16,1): "E passado o sábado, Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem ungi-lo". O mensageiro divino anunciou às piedosas mulheres: "Por que procuram o vivo entre os mortos?"  Esse é um fato incontestável: nas Sagradas Escrituras vemos Maria de Cléofas acompanhando Jesus em toda a sua sofrida e milagrosa caminhada de pregação. Estava com Nossa Senhora aos pés da cruz e junto ao grupo das "piedosas mulheres" que acompanharam seus últimos suspiros. Estava, também, com as poucas mulheres que visitaram o túmulo de Cristo para aplicar-lhe perfumes e ungüentos, constatando o desaparecimento do corpo e presenciando, ainda, o anjo anunciar a ressurreição do Senhor. Assim, Maria de Cléofas tornou-se uma das porta-vozes do cumprimento da profecia. Tem, portanto, o carinho e um lugar singular e especial no coração dos católicos, neste dia que a Igreja lhe reserva para a veneração litúrgica.
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