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23 março, 2015

Datas e locais das Confissões:

24/03
Terça
Santo Antonio (Cordeirópolis)
Santa Luzia (Cordeirópolis)
A
B
25/03
Quarta
Santa Terezinha
A B
26/03
Quinta
Catedral
A B
GRUPO DE PADRES

Grupo A
Grupo B
Pe. Alexander Luiz Dezotti
Pe. Fernando Mendes
Pe. Amauri de Castro
Pe. Benedito Tadeu Rosa
Pe  Cleiton Bulgari
Pe. Danilo  Rodrigues
Pe. Eduardo Luiz
Pe. José Valter Rossini
Pe. Edson Pianca
Pe. Jaime Thomaz
Pe. Vasques
Pe. Gilmarcos
Pe  Gilson Fernandes
Pe. Marcos Daniel
Pe. Israel de Souza
Pe. Márcio Catani
Pe. Alexandre Boratti
Pe. Márcio Marcelo
Pe. Valdinei A. da Silva
Pe. Osmar Mendes
Pe. Marcos José Theodoro
Pe. Rodrigo Alves
Pe. Vitor José Minuti
Pe. Reginaldo Schivo
Pe. Vladimir Hergert
Pe. Donizete Q. dos Santos
Pe. Nilson Freire
Pe. Anderson
Pe. Synval
Pe. Miranda


21 março, 2015

22/março/2015 - 5º DOMINGO DA QUARESMA - Jo 12, 20-33

Na liturgia do 5º Domingo Comum ecoa, com insistência, a preocupação de Deus no sentido de apontar ao homem o caminho da salvação e da vida definitiva. A Palavra de Deus nos garante que a salvação passa por uma vida vivida na escuta atenta dos projetos de Deus e na doação total aos irmãos. Na primeira leitura, Jahwéh apresenta a Israel a proposta de uma nova Aliança. Essa Aliança implica que Deus mude o coração do Povo, pois só com um coração transformado o homem será capaz de pensar, de decidir e de agir de acordo com as propostas de Deus. A segunda leitura nos apresenta Jesus Cristo, o sumo-sacerdote da nova Aliança, que Se solidariza com os homens e lhes aponta o caminho da salvação. Esse caminho (e que é o mesmo caminho que Jesus seguiu) significa viver no diálogo com Deus, na descoberta dos seus desafios e propostas, na obediência radical aos seus projetos. O Evangelho nos convida a olhar para Jesus, a aprender com Ele, a segui-lo no caminho do amor radical, da doação da vida, da entrega total a Deus e aos irmãos. O caminho da cruz parece, aos olhos do mundo, um caminho de fracasso e de morte; mas é desse caminho de amor e de doação que brota a vida verdadeira e eterna que Deus quer nos oferecer.
Reflexão:
Se o grão de trigo quer dar fruto, é preciso que ele passe pela terra onde vai apodrecer, mas o seu percurso não pára aí, o fruto brotará. Jesus quer dar a vida, Ele escolhe passar pela morte, dando então a maior prova de amor. Mas a sua missão não pára aí, a vida brotará: a sua própria vida é a ressurreição; e a vida da humanidade é a salvação. “Não era necessário que Cristo sofresse tudo isto para entrar na sua glória?”, dirá Ele aos discípulos no caminho de Emaús. Se queremos que os outros vivam, é preciso que passemos por um certo número de renúncias, de esquecimentos de nós próprios, e isto através do serviço, do acolhimento, do perdão. Mas a nossa relação com os outros não pára aí, a alegria brota nos rostos e no nosso próprio rosto. A morte é uma passagem obrigatória para aquele que ama e quer amar até ao fim.

• A primeira leitura nos mostrou a preocupação de Deus no sentido de propor aos homens uma nova Aliança, capaz de gerar um Homem Novo. Como é que chegamos a essa realidade do Homem Novo, de coração transformado (isto é, com um coração que pensa, que decide e que age segundo os esquemas e a lógica de Deus)? O Evangelho responde: é olhando para Jesus, aprendendo com Ele, seguindo-O no caminho do amor, acolhendo essa vida que Ele nos propõe. Jesus tem que ser o modelo, a referência, o exemplo de quem quer aceitar o desafio de Deus e viver na comunidade da nova Aliança. Na verdade, o que é que Jesus representa, para nós? Uma pequena nota no rodapé da história humana? Um idealista com boas intenções que fracassou no seu sonho de um mundo melhor? Um pensador original, mas cujas idéias e perspectivas parecem defasadas face às novas realidades do mundo? Ou é o Deus que veio ao encontro dos homens com um projeto de vida nova, capaz de dar um novo sentido à nossa vida e de nos encaminhar para a vida plena, para a felicidade sem fim?
• O caminho que Jesus aponta aos homens é o caminho do amor radical, da doação da vida, da entrega total a Deus e aos irmãos. Este caminho pode parecer, por vezes, um caminho de fracasso, de cruz; pode ser um caminho que nos coloca à margem desses valores que o mundo admira e consagra; pode parecer um caminho de perdedores e de fracos, reservado a quem não tem a coragem de se impor, de vencer a todo o custo, de conquistar o mundo… No entanto, Jesus nos garante: a vida plena e definitiva nasce da doação de si mesmo, do serviço simples e humilde prestado aos irmãos (sobretudo aos pequenos e aos pobres), da disponibilidade para nos esquecermos de nós próprios e para irmos ao encontro das necessidades dos outros, da capacidade para nos solidarizarmos com os irmãos que sofrem, da coragem com que enfrentamos tudo aquilo que gera sofrimento e morte.
Estamos dispostos a seguir a proposta de Jesus?
• Jesus rejeita totalmente o caminho da auto-suficiência, do fechamento em si próprio, do egoísmo estéril, dos valores efêmeros. Na lógica de Deus, trata-se de um caminho de perdedores, que produz vidas vazias e sem sentido, sofrimento e frustração, medo e desilusão. Quem vive exclusivamente para si próprio, quem se preocupa apenas em defender os seus interesses e perspectivas, quem se apega excessivamente a uma realização pessoal cumprida em circuitos fechados, “compra” uma existência vazia, estéril e que não vale a pena ser vivida. Perde a oportunidade de chegar ao Homem Novo, à realização plena, à vida verdadeira, à salvação. Talvez nesta Quaresma Jesus nos peça que abandonemos o nosso egoísmo e que nos convertamos ao amor…
• É através da comunidade dos discípulos que os homens “vêem Jesus”, descobrem o seu projeto, encontram esse caminho de amor e de doação que conduz à vida nova do Homem Novo, à salvação. Isto nos recorda a nossa responsabilidade de testemunhas de Jesus e da sua salvação no meio dos homens do nosso tempo… Aqueles irmãos que se cruzam conosco nos caminhos da vida descobrem no nosso testemunho o rosto de Jesus? Todos aqueles que vêm ao encontro de Jesus à procura da vida plena encontram na forma como nos doamos, como servimos e como amamos a proposta libertadora que, através de nós, Jesus quer passar a todos os homens?.
“Queremos ver Jesus”… Em resposta ao pedido dos Gregos, Jesus anuncia a sua próxima “glorificação”, isto é, a sua morte. Estranha associação esta, da morte com a glória! Mas Jesus explica: “Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica só; mas se morrer, dará muito fruto”. Sabemos que, na realidade, o grão enterrado na terra sofre uma profunda transformação. O seu invólucro exterior deve rebentar e acabar desaparecendo para que o germe, até então escondido, possa crescer e produzir novos grãos. Na morte de Jesus acontece a “explosão” da Ressurreição. Os discípulos reconhecem em Jesus a presença imediata de Deus. Então, Ele será glorificado. A “glória” é o “peso”, no sentido de “densidade”, de um ser. A verdadeira glória, a verdadeira densidade do ser de Jesus, é que a sua humanidade é o lugar da encarnação do Filho eterno do Pai. Porque estamos ainda no tempo da germinação secreta, não vemos ainda esta glória do Senhor. Mas acolhendo o testemunho dos apóstolos que “comeram e beberam com Ele depois da sua ressurreição de entre os mortos”, podemos deixar-nos atrair por Jesus, acolher e ver “já” pela fé o seu mistério de glória, e testemunhar assim, no coração do mundo, que Ele, o Filho do homem, é verdadeiramente o Filho de Deus, vencedor da morte.
Meditação para a semana. . .
Redescobrir a “caridade”… A palavra “caridade”, por vezes, parece não ter muito sentido hoje, devido a deformações e incompreensões da própria palavra. A encíclica de Bento XVI “Deus é caridade” ajuda-nos a recuperar o seu sentido genuíno. É preciso redescobrir o verdadeiro sentido evangélico e amar os nossos irmãos: pela escuta, pelo serviço, pela partilha, pela atenção aos mais pobres!
fonte:
www.dehonianos.org.

19 março, 2015

19/março -São José, Esposo da Virgem S. Maria
A Igreja convida-nos, hoje, a voltar-nos para S. José, a alegrar-nos e a bendizermos a Deus pelas graças com que o cumulou. S. José é o “homem justo” (Mt 1, 19). A sua justiça vem-lhe do acolhimento do dom da fé, da retidão interior e do respeito para com Deus e para com os homens, para com a lei e para com os acontecimentos. Não foi fácil para José aceitar uma paternidade que não era dele e, depois, a responsabilidade de ser o mestre e guia daquele que, um dia, havia de ser o pastor de Israel. Respeito, obediência e humildade estão na base da “justiça” de José. Foi esta atitude interior, no desempenho da sua missão única, que elevaram José ao máximo da santidade cristã, junto de Maria, a sua esposa. As atitudes de José são características dos grandes homens, de que nos fala a Bíblia, escolhidos e chamados por Deus para missões importantes. Embora se considerassem pequenos, fracos e indignos, aceitavam e realizavam a missão, confiando naquele que lhes dizia: “Eu estarei contigo”. José não procurou os seus interesses e satisfações, mas colocou-se inteiramente aos serviços dos que amava. O seu amor pela esposa, Maria, visava unicamente servir a vocação a ela que fora chamada. Deste modo, o casal chegou a uma união espiritual admirável, donde brotava uma enorme e puríssima alegria. Era a perfeição do amor. O amor de José por Jesus apenas visava servir a vocação de Jesus, a missão de Jesus. Para José, o filho não era uma espécie de propriedade a quem impunha uma autoridade e afeto tirânico, como, por vezes, acontece com alguns pais. José sabia que Jesus não era dele, e nada mais desejava do que prepará-lo, conforme as suas capacidades, para a missão de Salvador, como lhe fora dito pelo Anjo. Por intercessão do nosso santo, peçamos a Deus a fé, a confiança, a docilidade, a generosidade e a pureza do amor para nós mesmos e para quantos têm responsabilidades na Igreja, para que as maravilhas de Deus se realizem também nos nossos dias. José, o justo, o santo, entra simplesmente nos desígnios do céu sobre ele e torna-se esposo de Maria por um casamento virginal; esposo de uma Virgem, de uma Rainha, esposo da Mãe de Deus e da Esposa do Espírito Santo! Mas o seu coração é digno dela. Na sua alma reúnem-se a fé viva dos patriarcas, as nobres aspirações dos profetas, as esperanças das gerações passadas. O seu coração é o mais puro, o mais amável, o mais celeste de todos, depois do Coração de Jesus e do Coração imaculado de Maria. José é o esposo da Virgem Maria, com que respeito a envolve! Que delicadeza, que discrição nas suas relações com ela! Aprendeu de cor a sua sublime missão de castidade e de amor. E quando foi advertido pelo anjo a respeito dos grandes desígnios de Deus sobre o filho de Maria, associou-se de coração à missão de vítima do seu filho adotivo e aceitou sem reserva todos os sofrimentos que daí resultariam para ele. Esposo de Maria! Que conjunto de graças este título supõe. José esteve unido mais do que ninguém neste mundo à Mãe de Deus. Os méritos de S. José aproximam-se dos de Maria. Que grandeza e que dignidade! José é o pai nutritivo de Jesus, pai legal e pai amoroso. Tem tudo o que pode pertencer à paternidade sem ferir a virgindade. Tem todos os direitos e toda a autoridade de um pai. É o chefe da Sagrada Família.
O culto litúrgico a S. José celebra-se, pelo menos, desde o século IV, quando Santa Helena lhe dedicou uma igreja. No Oriente, celebrava-se, a partir do século IX, uma festa em sua honra. No Ocidente o culto é mais tardio. No século XII, é celebrado entre os Beneditinos. No século XII, é celebrado entre os Carmelitas, que o propagam na Europa. No século XV, João Gerson e S. Bernardino de Sena são os seus fervorosos propagandistas. Santa Teresa de Jesus era uma devota fervorosa de S. José e muito promoveu o seu culto. S. José, descendente de David, era provavelmente de Belém. Por motivos familiares ou de trabalho, transferiu-se para Nazaré e tornou-se esposo de Maria. O anjo de Deus comunicou-lhe o mistério da incarnação do Messias no seio de Maria, e José, homem justo, aceitou-o apesar da dura crise por que passou. Indo a Belém para o recenseamento, lá nasceu o Menino Jesus. Pouco depois, teve de fugir com ele para o Egipto, donde regressou a Nazaré. Quando Jesus tinha doze anos, vemos José e Maria em Jerusalém, onde perdem o filho e acabam por o reencontrar entre os doutores do templo. A partir deste episódio, os evangelhos nada mais dizem sobre José. É possível que tenha morrido antes de Jesus iniciar a sua vida pública.
fonte:
www.dehonianos.org


17 março, 2015

Sete Dores e Alegrias de São José 

Primeira Dor de São José 
Oh! Esposo puríssimo de Maria Santíssima, glorioso São José, assim como foi grande a amargura de vosso coração na perplexidade de abandonardes vossa castíssima Esposa, assim foi inexplicável a vossa alegria, quando pelo Anjo vos foi revelado o soberano mistério da encarnação. 
Por esta vossa dor e por esta vossa alegria, vos rogamos a graça de consolardes agora e nas extremas dores, a nossa alma com a alegria de uma boa morte semelhante à vossa entre Jesus e Maria. 
Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória

Segunda Dor de São José 
Oh! felicíssimo Patriarca, glorioso São José, que fostes escolhido para o cargo de pai adotivo do Verbo Humanado, a dor que sentistes ao ver nascer em tanta pobreza o Deus Menino, que se transformou em celeste júbilo ao escutardes a angélica melodia e ao verdes a glória daquela brilhantíssima noite. 
Por esta vossa dor e por esta vossa alegria, suplicamos a graça de nos alcançardes que depois da jornada desta vida, passemos a ouvir os angélicos louvores e gozar os resplendores da glória celeste. 
Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória

Terceira Dor de São José 
Oh! obedientíssimo executor das divinas leis, glorioso São José, o sangue preciosíssimo, que na Circuncisão derramou o Redentor Menino vos transpassou o coração, mas o nome de Jesus vo-lo reanimou, enchendo-o de contentamento.
Por esta vossa dor e por esta vossa alegria, alcançai-nos que, sendo arrancados de nós os vícios nesta vida, com o nome de Jesus no coração e na boca expiremos cheios de júbilo. 
Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória

Quarta Dor de São José 
Oh! fidelíssimo Santo, que também tivestes parte nos mistérios de nossa redenção, glorioso São José, se a profecia de Simeão a respeito do que Jesus e Maria teriam que sofrer vos causou mortal angústia, também vos encheu de sumo gozo pela salvação e gloriosa ressurreição, que igualmente predisse, teria de resultar para inumeráveis almas. 
Por esta vossa dor e por esta vossa alegria, obtende-nos que sejamos aqueles que, pelos méritos de Jesus e pela intercessão da Virgem Sua Mãe, têm de ressuscitar gloriosamente. 
Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória

Quinta Dor de São José 
Oh! vigilantíssimo guardião, íntimo familiar do Filho de Deus encarnado, glorioso São José, quanto penastes para alimentar e servir o Filho do Altíssimo, particularmente na fuga que com ele houvestes de fazer ao Egito!  Mas, qual não foi também vossa alegria terdes sempre convosco o mesmo Deus e por verdes cair por terra os ídolos do Egito. 
Por esta vossa dor e por esta vossa alegria, alcançai-nos que, expelindo longe de nós o inferno tirano, especialmente com a fuga das ocasiões perigosas, sejam derrubados de nosso coração todos os ídolos de afetos terrenos e que inteiramente empregados no serviço de Jesus e de Maria, para eles somente vivamos e felizmente morramos. 
Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória

Sexta Dor de São José 
Oh! anjo da terra, glorioso São José, que cheio de pasmo vistes o Rei do Céu submisso aos vossos mandatos, se a vossa consolação, ao reconduzi-lo do Egito, foi turbada pelo temor do Arquelau, sossegado pelo Anjo, permanecestes alegre em Nazaré com Jesus e Maria. 
Por esta vossa dor e por esta vossa alegria, alcançai-nos que, desocupado o nosso coração de vãos temores, gozemos paz de consciência, vivamos seguros com Jesus e Maria, e também entre eles morramos. 
Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória

Sétima Dor de São José 
Oh! exemplar de toda santidade, glorioso São José, que perdestes sem culpa vossa o Menino Jesus, e para maior angústia houvestes de buscá-lo por três dias, até que com sumo júbilo gozastes do que era vossa vida, achando-o no templo entre os doutores. 
Por esta vossa dor e esta vossa alegria, suplicamos, com o coração nos lábios, que interponhais o vosso valimento para que nunca nos suceda perdermos a Jesus por culpa grave, mas se por desgraça o perdermos, com tão contínua dor o procuremos, que o achemos favorável, especialmente a gozá-lo no céu e lá cantarmos convosco eternamente Suas divinas misericórdias. 

Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória

16 março, 2015

4º SEMANA DA QUARESMA:
Atitude: Acredita
Esta semana somos convidados a acreditar verdadeiramente no amor de Deus por nós, o amor capaz de nos salvar, tal como nos diz o Evangelho, essa é a atitude necessária para sermos salvo. Parece fácil e é! Quando colocarmos isto em prática vamos estar prontos para dar mais alguns passos e podemos começar a falar daquilo em que acreditamos aos outros, para que também eles acreditem e sejam salvos.
Oração:

Acredito em Ti, meu Deus! Mesmo quando não Te vejo, acredito no sopro leve do Teu amor. Mesmo quando me perco, quando as dificuldades aumentam, quando o meu coração bate descompassadamente, sei que me ouves, estás atento, me apóias e me curas. Sei que o Teu Amor é um só e existe para eu Te amar. Que o meu coração esteja sempre aberto para Te acolher, para Te ver no rosto de cada um que passa por mim e te anunciar a todos aqueles que não te vêem, não acreditam e não Te ouvem. Glória ao Pai, e ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. Amém.
fonte:
www.dpjguarda.com

15 março, 2015

Homilia 15/março/2015
 Padre  MarcosDaniel de Moraes Ramalho

14 março, 2015

15/março/2015 - 4º Domingo da Quaresma - Jo 3, 14-21
A liturgia do 4º Domingo da Quaresma nos garante que Deus  oferece, de forma totalmente gratuita e incondicional, a vida eterna. A primeira leitura nos diz  que, quando o homem prescinde de Deus e escolhe caminhos de egoísmo e de auto-suficiência, está  construindo um futuro marcado por horizontes de dor e de morte. No entanto, diz o autor do Livro das Crônicas, Deus dá sempre ao seu Povo outra possibilidade de recomeçar, de refazer o caminho da esperança e da vida nova.  A segunda leitura ensina que Deus ama o homem com um amor total, incondicional, desmedido; é esse amor que levanta o homem da sua condição de finitude e debilidade e que lhe oferece esse mundo novo de vida plena e de felicidade sem fim que está no horizonte final da nossa existência. No Evangelho, João nos recorda que Deus nos amou de tal forma que enviou o seu Filho único ao nosso encontro para nos oferecer a vida eterna. Somos convidados a olhar para Jesus, a aprender com Ele a lição do amor total, a percorrer com Ele o caminho da entrega e da doação da vida. É esse o caminho da salvação, da vida plena e definitiva.
Reflexão:
Depois da sua saída do Egito, o povo de Deus sabe que o seu Deus é um Deus libertador. Toda a história do povo eleito é a história de uma aliança entre um libertador e um povo libertado. E Jesus vem ao mundo não para o julgar mas para o salvar. Deus toma então, sempre, a iniciativa do encontro, mas o homem tem que fazer a sua parte... Outrora, para conhecer o país onde corria leite e mel, foi preciso que os hebreus deixassem o Egito, terra da escravidão, e atravessassem o mar Vermelho, depois o deserto, lugar de provação. Para serem salvos da mordida da serpente venenosa, foi preciso que erguessem os olhos para a serpente de bronze. Jesus será também elevado, e os homens são convidados a erguer os olhos para O olhar, O escutar, seguir o seu exemplo, acolher a sua paz e a sua vida. 
• João é o evangelista abismado na contemplação do amor de um Deus que não hesitou em enviar ao mundo o seu Filho, o seu único Filho, para apresentar aos homens uma proposta de felicidade plena, de vida definitiva; e Jesus, o Filho, cumprindo o mandato do Pai, fez da sua vida uma doação, até à morte na cruz, para mostrar aos homens o “caminho” da vida eterna… O Evangelho deste domingo nos convida a contemplar, com João, esta incrível história de amor e  nos surpreende com o peso que nós – seres limitados e finitos, pequenos grãos de pó na imensidão das galáxias – adquirimos nos esquemas, nos projetos e no coração de Deus. 
• O amor de Deus traduz-se em oferecer ao homem a vida plena e definitiva. É uma oferta gratuita, incondicional, absoluta, válida para sempre e que não discrimina ninguém. Aos homens – dotados de liberdade e de capacidade de opção – compete decidir se aceitam ou se rejeitam o dom de Deus. Às vezes, os homens acusam Deus pelas guerras, pelas injustiças, pelas arbitrariedades que trazem sofrimento e morte que pintam as paredes do mundo com a cor do desespero… O  texto, contudo, é claro: Deus ama o homem e oferece-lhe a vida. O sofrimento e a morte não vêm de Deus, mas são o resultado das escolhas erradas feitas pelo homem que se prende na auto-suficiência e que prescinde dos dons de Deus. 
• Neste texto, João define claramente o caminho que todo o homem deve seguir para chegar à vida eterna: trata-se de “acreditar” em Jesus. “Acreditar” em Jesus não é uma mera adesão intelectual ou teórica a certas verdades da fé; mas é escutar Jesus, acolher a sua mensagem e os seus valores, segui-lo nesse caminho do amor e da entrega ao Pai e aos irmãos. Passa pelo ser capaz de ultrapassar a indiferença, o comodismo, os projetos pessoais e pelo empenho em concretizar, no dia a dia da vida, os apelos e os desafios de Deus; passa por despir o egoísmo, o orgulho, a auto-suficiência, os preconceitos, para realizar gestos concretos de doação, de entrega, de serviço que tragam alegria, vida e esperança aos irmãos que caminham lado a lado conosco. Neste tempo de caminhada para a Páscoa, somos convidados a nos converter a Jesus e a percorrer o mesmo caminho de amor total que Ele percorreu. 
• Alguns cristãos vivem obcecados e assustados com esse momento final em que Deus vai julgar o homem, depois de pesar na balança as suas ações boas e as suas ações más… João nos garante que Deus não é um contabilista,  somando os débitos e os créditos do homem para lhes pagar em conformidade… O cristão não vive no medo, pois ele sabe que Deus é esse Pai cheio de amor que oferece a todos os seus filhos a vida eterna. Não é Deus que nos condena; somos nós que escolhemos entre a vida eterna que Deus nos oferece ou a eterna infelicidade.
O grande amor de Deus por nós… Estranha palavra de Jesus que se refere a uma também estranha história de serpente de bronze erguida por Moisés no deserto! As serpentes mordiam os Hebreus na sua travessia do deserto. Então, Deus diz a Moisés para fazer uma serpente de bronze. Olhando-a, os Hebreus eram salvos da morte. Um remédio de certo modo homeopático! Mas nos diz Jesus que «a minha morte vai tornar-se o remédio que vos salvará da vossa morte». Como? Porque o Pai depositou em Jesus a plenitude do seu amor: «Deus amou de tal modo o mundo que lhe deu o seu único Filho». Então, quando Jesus entra na morte que os homens esvaziaram de qualquer traço de amor – a morte na cruz –, Ele vive esta plenitude de amor. Ele preenche o vazio da morte com este amor infinito. Não há mais vazio, a morte explode na Ressurreição. Apenas Deus, porque é Amor, era capaz de cumprir esta admirável alquimia, muito mais extraordinária que a serpente de bronze no deserto: fazer da morte mais atroz o lugar onde se manifestaria o poder do seu amor. Isso continua verdadeiro hoje. Ele é sempre capaz de pôr no mais profundo de todas as mortes, mesmo as mais atrozes, a presença do seu amor. Não o vemos ainda, tal como os discípulos só viram ao princípio um cadáver na cruz. Mas, graças a este imenso amor de Deus por nós, todas as nossas mortes renascerão na vida eterna. 

Meditação para a semana. . .
Somos dignos da missão, da confiança que Jesus põe em nós?
Isso não é assim tão difícil, na realidade. Basta, muitas vezes, a atenção a pequenas coisas. Comportar-se à maneira de Jesus junto de cada um destes pequenos que são os seus irmãos: por uma palavra de acolhimento, um serviço prestado, um pouco de entre-ajuda, um gesto de partilha, um momento de escuta…
Empreender também, ao nível de responsabilidade que é a nossa, atitudes para mudar o que pode ser mudado, para que haja menos injustiça e exclusão. 
Preparar a Páscoa com os mais esquecidos…
fonte:
www.dehonianos.org

10 março, 2015

3º SEMANA DA QUARESMA:


 Atitude: Incomoda-te.
Esta semana somos convidados a quebrar com as nossas hipocrisias e incoerências, aquilo que nos leva a sermos olhados de lado mesmo quando isso significar testemunhar aquilo em que acreditamos. Por vezes não basta nos esforçarmos por fazer aquilo que achamos que está certo ou é socialmente aceito. É preciso ir mais longe! Temos que derrubar em nós a indiferença que tantas vezes nos leva a esquecer os outros. Na sua mensagem para esta Quaresma, também o Papa Francisco insiste fortemente neste ponto, apontando a “globalização da indiferença” como um dos principais problemas da nossa sociedade e relembrando-nos que, como cristãos,  temos obrigação de combater esta tendência, através de uma comunhão (ainda) mais estreita com o nosso Deus e com os irmãos, especialmente os mais fracos e os que mais sofrem. Por isso mesmo, devemos expulsar de nós os sentimentos que nos levam a acreditar que a vida se resume ao conforto dos nossos hábitos, aos nossos pequenos prazeres, mas devemos dar lugar à responsabilidade e ao sentimento de missão.
Oração:
Senhor, nestes dias ajuda-me a libertar o egoísmo que por vezes atordoa o meu pensamento, abre-me os olhos para ver todos aqueles que precisam e eu não vejo, para os que se consomem na dor e eu não escuto. Permite-me que Te irradie a todos aqueles, que não te vêem e não te aceitam. Ajuda-me a ter forças neste mundo que se pinta de cinzento na hora de te anunciar. Que eu nunca tenha medo e vergonha de assumir a minha fé em Ti. Glória ao Pai, e ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. Amém.



fonte:
www.dpjguarda.com

08 março, 2015

Homilia 08/março/2015
Padre Marcos Daniel Ramalho

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07 março, 2015

08/março/2015 -  III Domingo da quaresma
A liturgia do 3º Domingo da Quaresma nos dá conta da eterna preocupação de Deus em conduzir os homens ao encontro da vida nova. Nesse sentido, a Palavra de Deus que nos é proposta apresenta sugestões diversas de conversão e de renovação. Na primeira leitura, Deus nos oferece um conjunto de indicações (“mandamentos”) que devem nortear a nossa caminhada pela vida. São indicações que dizem respeito às duas dimensões fundamentais da nossa existência: a nossa relação com Deus e a nossa relação com os irmãos. Na segunda leitura, o apóstolo Paulo nos sugere uma conversão à lógica de Deus… É preciso que descubramos que a salvação, a vida plena, a felicidade sem fim não está numa lógica de poder, de autoridade, de riqueza, de importância, mas está na lógica da cruz – isto é, no amor total, na doação da vida até às últimas consequências, no serviço simples e humilde aos irmãos. No Evangelho, Jesus se apresenta como o “Novo Templo” onde Deus Se revela aos homens e lhes oferece o seu amor. Convida-nos a olhar para Jesus e a descobrir nas suas indicações, no seu anúncio, no seu “Evangelho” essa proposta de vida nova que Deus quer nos apresentar.
Reflexão:
Jesus vem mudar a maneira de encontrar Deus seu Pai. Até aqui bastava ir ao templo, doravante é preciso escutar a mensagem de amor do seu Enviado e se beneficiar dos gestos de salvação, sinais da bondade de Jesus para com os homens. Mesmo que se procure destruir o verdadeiro templo de Deus entre os homens, o seu próprio Filho, Ele levantar-se-á. E quando tiver desaparecido aos olhos dos homens, é a sua Igreja que será o novo templo, porque Deus vem morar no meio dos homens. Se os seus discípulos se recordam das palavras e dos gestos de Jesus, é para fazer memória da fidelidade de Deus. É com os olhos da fé que reconheceram, nos sinais realizados por Jesus, a ação de Deus. E se hoje podemos fazer memória da morte e da ressurreição de Cristo, tal acontece graças a todos estes testemunhas que acreditaram e contaram o que tinham visto e ouvido.

• Como é que podemos encontrar Deus e chegar até Ele? Como podemos perceber as propostas de Deus e descobrir os seus caminhos? O Evangelho deste domingo responde: é olhando para Jesus. Nas palavras e nos gestos de Jesus, Deus se revela aos homens e lhes manifesta o seu amor, oferece aos homens a vida plena, se faz  companheiro de caminhada dos homens e lhes aponta caminhos de salvação. Neste tempo de Quaresma – tempo de caminhada para a vida nova do Homem Novo – somos convidados a olhar para Jesus e a descobrir nas suas indicações, no seu anúncio, no seu “Evangelho” essa proposta de vida nova que Deus quer nos apresentar.
• Os cristãos são aqueles que aderiram a Cristo, que aceitaram integrar a sua comunidade, que comeram a sua carne e beberam o seu sangue, que se identificaram com Ele. Membros do Corpo de Cristo, os cristãos são pedras vivas desse novo Templo onde Deus Se manifesta ao mundo e vem ao encontro dos homens para lhes oferecer a vida e a salvação. Esta realidade supõe naturalmente, para os crentes, uma grande responsabilidade… Os homens do nosso tempo têm que ver no rosto dos cristãos o rosto bondoso e terno de Deus; têm que experimentar, nos gestos de partilha, de solidariedade, de serviço, de perdão dos cristãos, a vida nova de Deus; têm que encontrar, na preocupação dos cristãos com a justiça e com a paz, o anúncio desse mundo novo que Deus quer oferecer a todos os homens. Talvez o fato de Deus parecer tão ausente da vida, das preocupações e dos valores dos homens do nosso tempo tenha a ver com o fato de os discípulos de Jesus se demitirem da sua missão e da sua responsabilidade… O nosso testemunho pessoal é um sinal de Deus para os irmãos que caminham ao nosso lado? A vida das nossas comunidades dá testemunho da vida de Deus? A Igreja é essa “casa de Deus” onde qualquer homem ou qualquer mulher pode encontrar essa proposta de libertação e de salvação que Deus oferece a todos?
• Qual é o verdadeiro culto que Deus espera? Evidentemente, não são os ritos solenes e pomposos, mas vazios, estéreis e balofos. O culto que Deus aprecia é uma vida vivida na escuta das suas propostas e traduzida em gestos concretos de doação, de entrega, de serviço simples e humilde aos irmãos. Quando somos capazes de sair do nosso comodismo e da nossa auto-suficiência para ir ao encontro do pobre, do marginalizado, do estrangeiro, do doente, estamos  dando a resposta “litúrgica” adequada ao amor e à generosidade de Deus para conosco.
• Ao gesto profético de Jesus, os líderes judaicos respondem com incompreensão e arrogância. Consideram-se os donos da verdade e os únicos intérpretes autênticos da vontade divina. Instalados nas suas certezas e preconceitos, nem sequer admitem que a denúncia que Jesus faz esteja correta. A sua auto-suficiência os impede de ver para além dos seus projetos pessoais e de descobrir os projetos de Deus. Trata-se de uma atitude que, mais uma vez, nos questiona… Quando nos fincamos atrás de certezas absolutas e de atitudes intransigentes, podemos estar  fechando o nosso coração aos desafios e à novidade de Deus.

Imensa vocação de todo o batizado… É no Templo de Jerusalém que Jesus tinha estabelecido a sua morada. É certo que os Judeus sabiam que não se pode encerrar Deus dentro de quatro muros. Mas era somente no Templo que era preciso oferecer os sacrifícios, o culto de adoração e de ação de graças. É preciso também dizer que os escribas e os doutores da Lei tinham fechado o acesso a Deus. Eis que com Jesus surge algo de inaudito: Deus salta o muro! E a cólera de Jesus é a manifestação disso. Doravante, Deus se deixa aproximar num homem que não é um especialista do Templo, um homem que encontra as prostitutas, os publicanos, que come com eles, sem nunca pedir a ninguém para ir primeiro purificar-se no Templo. Doravante, dirá São Paulo, “em Jesus temos livre acesso ao Pai”. Quando vamos comungar, é este homem, Jesus ressuscitado, que vem nos encher com a sua Presença. E, de repente, tornamo-nos a Presença de Deus junto dos nossos irmãos e das nossas irmãs. Grande vocação de todo o batizado! Estamos verdadeiramente conscientes disso?
Meditação para a semana. . .
Reler e meditar os dez Mandamentos… Esta semana, somos convidados a retomar muitas vezes esta oração do Salmo 18, a cantar este louvor da lei do Senhor, que é um apoio para a nossa vida, que nos ajuda ao discernimento, que nos dá a sabedoria e vai nos guiar na boa direção se nos deixarmos conduzir pelo Espírito do Senhor… Convite à disponibilidade, à confiança. Depois o convite a reler e meditar estes “dez mandamentos” que pensamos conhecer: embora sendo da “antiga Aliança”, têm algo a nos dizer e nos revelar de Deus, que só quer a nossa felicidade.
fonte:
www.dehonianos.org

07 de Março - Santas Perpétua e Felicidade


Senhora e escrava, Perpétua e Felicidade sofreram a prisão juntas, na fé e na solidariedade, no ano de 203, na África do Norte. O imperador Severo, também de origem africana, havia decretado a pena de morte para os cristãos. Perpétua era de família nobre, filha de pai pagão, tinha vinte e dois anos e um filho recém-nascido. Sua escrava, Felicidade, estava grávida de oito meses e rezava diariamente para que o filho nascesse antes da execução e obteve essa graça. Isso aconteceu num parto de muito sofrimento, dois dias antes de serem levadas à arena, para as feras famintas. Perpétua escreveu um diário na prisão, onde relata todo o sofrimento de que foram vítimas e que figura entre os escritos mais realistas e comoventes da Igreja. Além de descrever os horrores da escuridão e a forma selvagem como eram tratadas no calabouço, ela narrou como seu pai a procurou na prisão, com autorização do juiz, para tentar fazê-la desistir da fé em Cristo e assim salvar sua vida. Mas ambas, senhora e escrava, mantiveram-se firmes, também como outros seis cristãos que se tornaram seus companheiros no martírio. Elas que ainda não tinham sido batizadas fizeram questão de receber o sacramento na prisão, para reafirmar suas posições de cristãs e, em nenhum momento sequer, pensaram em salvar as vidas negando o cristianismo.  Segundo os escritos oficiais que complementam o diário de Perpétua, os homens foram despedaçados por leopardos. Perpétua e Felicidade foram degoladas, depois de atacadas por touros e vacas. Era o dia 07 de março de 203. Perpétua viveu a última hora dando extraordinária prova de amor e de tranquila dignidade. Viu Felicidade ser abatida sob os golpes dos animais, e docemente a amparou e a suspendeu nos braços; depois recompôs o seu vestido estraçalhado, demonstrando um genuíno respeito por ela. Esses gestos geraram na população pagã, um breve momento de comoção piedosa. Mas por poucos segundos, pois a vontade da massa enfurecida prevaleceu, até ver o golpe fatal da degolação. 
Pelo martírio, Perpétua e Felicidade entram para a Igreja, que as veneram nesse dia com as honras litúrgicas.
fonte:
www.paulinas.org.br

06 março, 2015

06 de Março - Santa Inês de Praga (ou Boemia)


Inês, filha de Premislau I, rei da Boemia, atual República Tcheca, e da rainha Constancia da Hungria, nasceu em Praga no ano 1205. Devido a sua condição real, desde a infância sua vontade nunca pode ser considerada, sendo condicionada a projetos de matrimônios, conforme as necessidades políticas ou econômicas do reinado.  Aos três anos foi entregue aos cuidados da abadessa Edwiges, mais tarde Santa, que a acolheu no seu mosteiro cisterciense e lhe ensinou os primeiros fundamentos da fé cristã. Voltou para Praga com seis anos, onde foi para outro mosteiro para receber instrução e ser preparada para as funções da realeza. Em 1220, prometida em casamento a Henrique VII, duque da Áustria e filho do imperador Frederico II, ela foi para esta corte, aonde viveu durante cinco anos, mantendo-se sempre fiel aos deveres da vida cristã. 
Inês voltou para Praga, pois os soberanos romperam o pacto do matrimônio, passando a viver mais intensamente para as orações e as obras de caridade; após uma profunda reflexão decidiu consagrar a Deus sua virgindade. Entretanto, outras alianças de casamento foram propostas a ela, sendo constrangida a ter de aceitar uma delas. Mas, o Papa Gregório IX, a quem havia pedido proteção, interveio reconhecendo a intenção de sua virgindade. Desde então, Inês adquiriu para sempre a liberdade e a felicidade de se tornar esposa de Jesus Cristo.  Através dos Irmãos Menores de São Francisco, que iam a Praga como evangelizadores itinerantes, conheceu a vida espiritual que levava em Assis a virgem Clara, segundo o espírito de São Francisco. Ficou fascinada e decidiu seguir seu exemplo. Com seus próprios bens, fundou em Praga, o hospital de São Francisco e um mosteiro masculino, para que fossem dirigidos por eles. Em 1236, pode ingressar no Mosteiro das Clarissas de São Salvador de Praga, fundado por ela mesma, juntamente com cinco irmãs enviadas por Clara direto do seu mosteiro, em Assis. Em obediência ao Papa Gregório IX, Inês aceitou ser a abadessa, função que exerceu até morrer. Inês manteve uma relação epistolar profunda com Clara de Assis, que lhe consagrou singular amizade chamando-a de "metade de minha alma", tamanha era a afinidade espiritual que possuíam. Das inúmeras correspondências trocadas, sobre assuntos de perfeição seráfica, ainda se conservam quatro delas. Dedicou-se de corpo e alma ao serviço dos pobres, fundando para eles um outro hospital, este entregue à direção das Clarissas. Assumiu a mais absoluta pobreza, renunciando às rendas e vivendo de esmolas e doações. Os dons da cura e da profecia lhe foram acrescentados pelo Espírito Santo, em consequência de sua evolução e purificação espiritual. 
A fama se sua santidade era muito forte, quando faleceu em Praga, no dia 6 de março de 1283. Está sepultada na Capela do seu mosteiro em Praga, hoje dedicado à ela. O culto à Inês de Praga, foi reconhecido em 1874. O Papa João Paulo II a canonizou em 1989 e a declarou Padroeira da cidade de Praga.
fonte:
www.paulinas.org.br

05 março, 2015

06/março/2015 - 1a. sexta-feira do mês

Consolados pelo Divino Coração


A terceira promessa do Sagrado Coração a Santa Margarida Maria Alacoque nos ensina: "eu os consolarei em suas penas". A confiança é uma atitude de entrega. Na vida existem momentos que precisamos confiar plenamente, mesmo que o nosso interior alimente dúvidas. É preciso destruir as incertezas e readquirir a confiança. Tudo na vida conseguimos alcançar com luta e perseverança. Devemos encontrar possibilidades e fazer o melhor possível para aproveitá-las. Somente assim conseguiremos enfrentar os obstáculos do caminho e alcançar com sucesso seu objetivo. Que o Sagrado Coração de Jesus nos console em todas as nossas angustias e aflições.
Frei Antonio Francisco Bohn
fonte:










Intenção universal do Papa para o mês de MARÇO:

Universal: Cientistas ao serviço do bem
Para que todos aqueles que se dedicam à investigação científica se ponham ao serviço do bem integral da pessoa humana.

Pela Evangelização: Contributo da mulher na Igreja
Para que se reconheça cada vez mais o contributo específico da mulher na vida da Igreja.

fonte:
www.passo-a-rezar-net

03 março, 2015

2º SEMANA DA QUARESMA:


Atitude: Escuta
Esta semana somos  convidados  à escuta atenta do Evangelho, da nossa  família, dos nossos amigos, das pessoas que  cruzam nosso caminho, das pessoas a quem não costumamos dar a atenção merecida. Deus pode nos falar através de todos eles, pode nos fazer  alguns pedidos e se não estivermos  atentos, não  conseguiremos  perceber o plano de felicidade que Ele tem para nós.
Oração:
Meu Deus, escuta a minha oração e fortalece o meu coração. Quero escutar, sem medos, o que Tens para me dizer e quero entender o Teu amor, muitas vezes refletido nos outros. Quero ser aquilo que queres fazer de mim e ter na minha vida o Teu calor. Abre todos os meus sentidos a Ti, quer no silêncio da noite ou nas cores do dia, no mais alto dos montes ou na tranquilidade do meu coração. Quero sentir-Te a cada momento. Te-lo sempre presente no meu pensamento. Ajuda-me, Senhor, a continuar  te seguindo, mesmo quando algumas vezes não entendo aquilo que pedes de mim. Glória ao Pai, e ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amem. 
fonte:
www.dpjguarda.com

01 março, 2015

Falling Plates - Legendado

Homilia 29-março-2015
`Padre Marcos Daniel de Moraes Ramalho


6º SEMANA DA QUARESMA
 Atitude: Confia-te
Na nossa caminhada nem todos os momentos são fáceis. Por vezes surgem obstáculos, momentos desagradáveis, de sofrimento, mas nestes momentos temos  duas hipóteses: ou desanimamos, teimamos em não ver que Deus está conosco, desistimos e lhes voltamos  as costas; ou permanecemos, acreditamos com todas as nossas forças e nos confiamos ao cuidado de Deus, para que um dia Ele possa nos ressuscitar  tal como fez com Jesus que se entregou, e confiou até ao fim.
Oração:
Confio em Ti, Senhor! Por mais que os caminhos sejam tortuosos, que as sombras nos alcancem, as dificuldades apertem, o sol teime em não brilhar, sei que estás no meu coração. Confio-me e entrego-me a Ti Senhor, nas Tuas mãos calejadas de dor, no Teu colo de Pai, no Teu coração misericordioso, pois sei que sofreste por nós e com o Teu sofrimento nos libertaste. Aqui estou eu, confiando-me a Ti, sem reservas, querendo abrigar-me e alegrar-me em Ti, todos os dias da minha vida. Glória ao Pai, e ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.




fonte:
www.dpjguarda.com
Homilia 01/março/2015
Padre Marcos Daniel de Moraes Ramalho