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28 junho, 2012

Em cerimônia carinhosamente preparada pelas incansáveis catequistas e zeladoras, neste dia 27 de junho de 2012, na Matriz São Benendito, Limeira-SP, com a presença do Padre Marcos Ramalho, Monsenhor Gustavo, Diácono Pedro, zeladoras(es), catequizandos e fiéis devotos, juntos, celebramos o encerramento do mes de junho- Mês dedicado ao Coração de Jesus.


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27 junho, 2012

27/junho – São Cirilo de Alexandria
Cirilo ( Egito, 370-444) foi patriarca de Alexandria no Egito.  Grande teólogo e profundo conhecedor do mistério de Cristo, presidiu o Concilio de Éfeso ( 431), que definiu a maternidade divina de Maria.
Cirilo nasceu no ano de 370, no Egito. Era sobrinho de Teófilo, bispo de Alexandria, e substituiu o tio na importante diocese do Oriente de 412 até 444, quando faleceu aos setenta e quatro anos de idade.
Foram trinta e dois anos de episcopado, durante os quais exerceu forte liderança na Igreja, devido à rara associação de um acurado e profundo conhecimento teológico e de uma humildade e simplicidade próprias do pastor de almas. Deixou muitos escritos e firmou a posição da Igreja no Oriente. Primeiro, resolveu o problema com os judeus que habitavam a cidade: ou deixavam de atacar a religião católica ou deviam mudar-se da cidade. Depois, foi fechando as igrejas onde não se professava o verdadeiro cristianismo.
Mas sua grande obra foi mesmo a defesa do dogma de Maria, como a Mãe de Deus. Ele se opôs e combateu Nestório, patriarca de Constantinopla, que professava ser Maria apenas a mãe do homem Jesus e não de Um que é Deus, da Santíssima Trindade, como está no Evangelho. Por esse erro de pregação, Cirilo escreveu ao papa Celestino, o qual organizou vários sínodos e concílios, onde o tema foi exaustivamente discutido. Em todos, esse papa se fez representar por Cirilo.
O mais importante deles talvez tenha sido o Concilio de Éfeso, em 431, no qual se concluiu o assunto com a condenação dos erros de Nestório e a proclamação da maternidade divina de Nossa Senhora. Além, é claro, de considerar hereges os bispos que não aceitavam a santidade de Maria.
Logo em seguida, todos eles, ainda liderados por Nestório, que continuaram pregando a tal heresia, foram excomungados. Contudo as idéias "nestorianas" ainda tiveram seguidores, até pouco tempo atrás, no Oriente. Somente nos tempos modernos elas deixaram de existir e todos acabaram voltando para o seio da Igreja Católica e para os braços de sua eterna rainha: Maria, a Santíssima Mãe de Deus.
Cultuado na mesma data por toda a Igreja Católica, do Oriente e do Ocidente, são Cirilo de Alexandria, célebre Padre da Igreja, bispo e confessor, recebeu o título de doutor da Igreja treze séculos após sua morte, durante o pontificado do papa Leão XIII.

Fontes:
Liturgia Diária Paulus

26 junho, 2012

27/junho - Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
Católicos de todo o mundo celebram amanhã, 27 de junho,  o dia dedicado a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é um título conferido a Maria, mãe de Jesus, representada em um ícone de estilo bizantino

Assim o Ícone (“eikon”, palavra grega cuja tradução é imagem) de NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO que normalmente conhecemos, é desse tipo: tradicional bizantino ligeiramente modificado pelo medieval estilo “Kardiotissa”. Nele observamos a VIRGEM MARIA segurando o MENINO JESUS aos braços, e ELE, com uma expressão de expectativa um pouco assustado, segurando fortemente com as duas pequenas mãos, o polegar direito de sua MÃE, e olhando na direção do Arcanjo Gabriel. O Arcanjo Gabriel está com a Cruz da Redenção e a esquerda da VIRGEM MARIA, está o Arcanjo São Miguel com os instrumentos da Paixão do SENHOR: a lança, o cravo de ferro, balde e a cana (vara de hissopo) com a esponja molhada no vinagre (conforme Jo 19, 29). Como uma criança assustada diante daqueles terríveis instrumentos de Sua Paixão, ELE deve ter se movimentado nos braços da MÃE e involuntariamente soltado de seu pé direito a sandália, que está dependurada. A face de NOSSA SENHORA é séria e triste, olhando em nossa direção, nos mostrando o seu pequenino e amoroso FILHO, e ao redor, os instrumentos da sua abominável flagelação e crucificação, suscitando nossa piedade e devoção, e nos convidando a lembrar sempre os motivos do sofrimento e das dores de JESUS para Redimir a Humanidade de todas as gerações. Sobre as figuras no retrato, estão algumas letras gregas. As letras “IC XC” são a abreviatura do nome “Jesus Cristo” e “MP ØY” são a abreviatura de “Mãe de Deus”. As letras que estão abaixo dos arcanjos correspondem à abreviatura de seus nomes

Fontes:
WEB

21 junho, 2012

 

Semana do Migrante discute o direito à saúde conforme CF2012

De 17 a 24 de junho, o Serviço Pastoral dos Migrantes (SPM), está vivenciando a 27ª Semana do Migrante, com o tema “Migração e Saúde”, e o lema “Conquistar Direitos é defender a Saúde”. Inspirada na Campanha da Fraternidade deste ano, a Semana do Migrante quer motivar as comunidades cristãs e amplos setores da sociedade civil a refletirem, celebrarem e se mobilizarem sobre o direito à saúde de diferentes categorias de milhares de migrantes.
Frequentemente ignorados e vivendo com frequência nos espaços segregados das nossas cidades, trabalhando e morando em condições insalubres, os migrantes são vítimas potenciais de várias doenças. Nas periferias das cidades são atingidos pelos problemas de saneamento básico, e convivem com a precariedade do atendimento público à saúde. Os trabalhadores rurais temporários, no isolamento das fazendas, sob um trabalho estafante, sofrem com o descaso dos seus empregadores, que em vários casos os leva à morte ou à invalidez precoce.
Os imigrantes hispano-americanos, nas grandes metrópoles, clandestinos em sua maioria, são vítimas de doenças respiratórias como a tuberculose. Mais grave é a situação em que se encontram os membros mais frágeis das famílias migrantes, as mulheres, os idosos e as crianças.
O presidente do Serviço Pastoral dos Migrantes e bispo de Pesqueira (PE), dom José Luiz Ferreira Salles, destaca que para viver com intensidade a temática proposta pela Semana do Migrante, temos que ter “diante dos olhos e do coração a atitude do Bom Samaritano que nos mostra a importância de cuidar da vida mais frágil, em situação de vulnerabilidade, machucada, abandonada à beira do caminho, e sermos agraciados com a alegre descoberta de que Cristo está presente neles e nos diz: ‘Fui estrangeiro e me acolheste’ (Mt 25, 35)”.
“Frente a essa realidade é que surge o clamor pelo respeito dos direitos fundamentais de toda pessoa humana, também dos migrantes, deslocados e estrangeiros, que vivem e trabalham precariamente em nosso país. O atendimento da saúde do migrante é uma expressão de fraternidade para com aqueles que são diferentes de nós, mas gozam da mesma dignidade de filhos de Deus”, destacou a secretária executiva do Setor de Mobilidade Humana da CNBB, irmã Claudina Scapini.
Fonte:

19 junho, 2012

19/junho - São Romualdo
A meditação silenciosa acontece quando se unem indissoluvelmente a regra do calar e a viva ocupação do meditar. Uma sem a outra não basta para a nossa salvação. Em verdade o silêncio sem meditação é morte, sepultura de um homem ainda vivo. A meditação sem o silêncio é ineficaz, inútil. É como um homem agitando-se fechado em uma sepultura... Para que serve permanecer com a língua calada, se a vida ou a consciência estão em tempestade?  Essas palavras, registradas or Rodolfo, filho espiritual de São Romualdo, refletem algo da pessoa do fundador da congregação camaldolense da Ordem de São Bento.

São Romualdo, quem é?     
São Romualdo nasceu  em uma família nobre na cidade de Ravenna (Itália Centro Norte), aos 20 anos, ao fim de um doloroso processo de conversão interior,  tomou a decisão de tornar-se monge na abadia beneditina de Santo Apolinário.
São Romualdo anseia de todo coração à intimidade com Cristo na contemplação, alimentada pela meditação fiel  da palavra, pela  oração contínua dos salmos, pela eucaristia e por uma vida ascética de purificação interior, e ao mesmo tempo se empenha pela reforma espiritual da vida dos sacerdotes, dos monges e dos leigos, alternando vida solidária no eremitério e peregrinação incansável pelas estradas do mundo.
São Romualdo estabeleceu várias comunidades, o que posteriormente constituiria a Congregação Camaldolense da Ordem dos Camaldulenses (nome derivado do local onde foi fundado um dos eremitérios, Camaldoli, que se tornou a casa-mãe da família religiosa).
Morreu aos 75 anos de idade e sua canonização deu-se em 1595.
Fontes:

17 junho, 2012

Na manhã deste domingo, 17/junho/2012, na Matriz de São Sebastião- Limeira-SP, as Zeladoras e Zeladores  do Apostolado da Oração de nossa cidade, se reuniram para a participação em missa presidida pelo padre Alexander Luiz Dezotti e também logo após a celebração, participaram de uma formação e confraternização.
Nossa paróquia mais uma vez, esteve muito bem representada por nossas estimadas e exemplares zeladoras.
Na certeza de que o Coração de Jesus, continuará  derramando graças e bençãos à todos (as) zeladores (as) de fita e fato, parabenizamos a todos(as) e também agradecemos o apoio e incentivo dispensado por nossos párocos, especialmente ao monsenhor Gustavo e padre Marcos.

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15 junho, 2012


Neste dia 15/junho/2012, na Matriz São Benedito, nossas  Zeladoras do APOSTOLADO DA ORAÇÃO, participam da Celebração da Solenidade do Coração de Jesus.

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Jornada Mundial de Oração pela SANTIFICAÇÃO DO CLERO


No dia 26 de março deste ano, o Papa Bento XVI encaminhou uma carta a todos os bispos das Arquidioceses e Dioceses do mundo, indicando a sexta-feira, 15 de junho - Solenidade do Sagrado Coração de Jesus - como data oportuna para a celebração de uma Jornada Mundial de Oração pela Santificação do Clero.
Apesar de especificar essa data, a carta oriunda do vaticano deixa livre as Dioceses para disporem outra data, caso seja mais conveniente, de acordo com as circunstâncias.

Ainda segundo a carta Congregatio Pro Clericis, encaminhada aos sacerdotes de todo o mundo, a expressão da Escritura “esta é a vontade de Deus: a vossa santificação!” (1Ts. 4,3) refere-se de modo particular aos sacerdotes, que respondem não só ao convite de se santificarem, mas também de se tornarem “‘ministros da santificação’ para todos os irmãos”. O texto também aponta o “magnífico destino” dos sacerdotes: “não podemos santificar-nos sem trabalhar pela santificação dos nossos irmãos, e não podemos trabalhar pela santificação dos nossos irmãos sem que primeiro tenhamos trabalhado e ainda trabalhemos em nossa própria santificação”.           
O santo padre também propôs um exame de consciência aos sacerdotes, dirigindo-lhes, na carta, fragmentos bíblicos relacionados à missão, ao “zelo pela casa de Deus”, à Eucaristia, entre outras temáticas. Também são sugeridas leituras e textos para eventuais aprofundamentos ou celebrações, entre leituras bíblicas, leituras patrísticas (filosofia cristã dos primeiros sete séculos, elaborada pelos padres da Igreja), leituras do Magistério da Igreja, e dos escritos dos Santos.

Oração pela Igreja e pelos Sacerdotes
“Ó meu Jesus, peço-vos por toda a Igreja; concedei-lhe o amor e a luz do Espírito Santo; dai força às palavras dos sacerdotes, de modo que rompam mesmo os corações mais endurecidos e os façam retornar a vós, ó Senhor. Senhor, dai-nos santos sacerdotes e vós mesmo conservai-os em santidade. Ó Divino e Sumo Sacerdote que o poder da vossa Misericórdia os acompanhe por onde andarem e os proteja contra as maquinações que o demônio não cessa de armar às almas de cada sacerdote. O poder de vossa Misericórdia, ó Senhor, destrua tudo o que poderá ofuscar a santidade do sacerdote, porque vós tudo podeis. Peço-vos, Jesus, abençoai com uma luz especial os sacerdotes com os quais me devo confessar durante minha vida. Amém”.

Fonte:
O coração de Jesus sempre esteve pronto a nos amar até o esgotamento, derramando sangue e água, símbolo do Espírito que dá a vida.

07 junho, 2012

Celebração do Corpus Christi

Na manhã deste dia 07/junho/2012, fiéis da Paróquia São Benedito e Catedral Nossa Senhora das Dores, participaram da missa e procissão de Corpus Christi

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http://corpus-christi-psb.blogspot.com


ouça a homilia do padre Marcos

05 junho, 2012

Dia 30/maio/2012,  sob a coordenação das dedicadas catequistas, nossas crianças mais uma vez emocionaram a todos com a COROAÇÃO DE NOSSA SENHORA
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05/junho – São Bonifácio – Bispo e Mártir


Bonifácio ( Inglaterra, 563-754), monge beneditino, é considerado evangelizador e apóstolo da Alemanha. Dedicou-se à criação de mosteiros, dioceses e igrejas, fazendo jus ao seu nome, cujo significado é: “ o que realiza boas ações”.

01 junho, 2012

JUNHO É O MÊS DEDICADO AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS.

ESSA DEVOÇÃO SURGIU QUANDO SANTA MARGARIDA MARIA ALACOCQUE TORNOU-SE A PRIMEIRA MENSAGEIRA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS, NUM TEMPO EM QUE O POVO ESTAVA AFASTADO DOS SACRAMENTOS E DAS EXPERIÊNCIAS CONCRETAS COM O AMOR DE DEUS
PAPA LEÃO XIII CONSAGROU O MUNDO AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS, ASSIM COMO VÁRIOS OUTROS PAPAS QUE MANIFESTARAM-SE A FAVOR DESSA DEVOÇÃO.
SENHOR JESUS, NESTA FESTA TÃO LINDA E TÃO IMPORTANTE, CONSAGRAMOS TODAS AS NOSSAS CRIANÇAS AO TEU SAGRADO CORAÇÃO!

SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS, TEMOS CONFIANÇA EM VÓS

01/junho - 1ª Sexta-feira do Mes- Devoção ao Sagrado Coração de Jesus

31 maio, 2012

Com a oração do Ofício Divino das Comunidades ( Memória da Virgem Maria) e Coroação de Nossa Senhora, paroquianos e amigos, junto com Padre Marcos, Monsenhor Gustavo e Diácono Pedro, celebraram o encerramento do mês de maio.

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29 maio, 2012

MES DE MAIO - MES DE MARIA - V

O mês de maio é tradicionalmente dedicado à Maria.  Em consonância com a Igreja, caminhamos também nessa devoção especial oferecendo ao longo do mês subsídios de oração, tendo como foco Nossa Senhora, e algumas orações dedicadas à Mãe de Deus:


CONSAGRAÇÃO À NOSSA SENHORANo Batismo somos ungidos pelo Espírito Santo e recebemos o sinal de que somos filhos de  Deus.  A Consagração à Nossa Senhora, normalmente feita junto com o Batismo, tem o significado de entregar à Mãe de Deus aquilo que de mais preciso possuímos: a nossa própria vida.  A consagração é um ato de certeza de que Maria cuidará de nós tal como cuidou de Jesus Cristo. 

23 maio, 2012

                                               ORAÇÃO AO ESPÍRITO SANTO
Vinde Espírito Santo, enchei os corações dos vosso fiéis
E acendei neles o fogo do Vosso amor.
Enviai o Vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra.
OREMOS:
Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a Luz do Espírito Santo,
Fazei que apreciemos retamente todas as coisa, segundo o mesmo Espírito,
E gozemos sempre da Sua consolação, por Cristo Senhor Nosso. Amém!


No próximo domingo, 27 de maio, celebraremos Pentecostes.

Mas afinal, o que é Pentecostes?
Era para os judeus uma festa de grande alegria, pois era a festa das colheitas. Ação de graças pela colheita do trigo. Vinha gente de toda a parte: judeus saudosos que voltavam a Jerusalém, trazendo também pagãos amigos e prosélitos. Eram oferecidas as primícias das colheitas no templo. Era também chamada festa das sete semanas por ser celebrada sete semanas depois da festa da páscoa, no qüinquagésimo dia. Daí o nome Pentecostes, que significa "qüinquagésimo

dia". No primeiro pentecostes, depois da morte de Jesus, cinqüenta dias depois da páscoa, o Espírito Santo desceu sobre a comunidade cristã de Jerusalém na forma de línguas de fogo; todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas (At 2,1-4). As primícias da colheita aconteceram naquele dia, pois foram muitos os que se converteram e foram recolhidos para o Reino.
Quem é o Espírito Santo?
O prometido por Jesus: "...ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem a realização da promessa do Pai a qual, disse Ele, ouvistes da minha boca: João batizou com água; vós, porém, sereis batizados com o Espírito Santo dentro de poucos dias" (At 1,4-5).
Espírito que procede do Pai e do Filho: "quando vier o Paráclito, que vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da Verdade que vem do Pai, ele dará testemunho de mim e vós também dareis testemunho..." (Jo 15 26-27). O Espírito Santo é Deus com o Pai e com o Filho. Sua presença traz consigo o Filho e o Pai. Por Ele somos filhos no Filho e estamos em comunhão com o Pai.
Qual é sua missão:
Introduzir-nos na comunhão do Filho com o Pai, santificando-nos e fazendo-nos filhos com Jesus.
Fortalecer-nos para a missão de testemunhar e anunciar Jesus ao mundo. Para isso recebemos a plenitude de seus dons bem como a capacidade de proclamar a todos a quem somos enviados o Evangelho de Jesus. O Espírito Santo é o AMOR do Pai e do Filho derramado em nossos corações.O amor é fogo que arde, é chama que aquece e é força que aproxima e une. O milagre das línguas é este: tomados pelo amor de Deus os homens passam a viver uma profunda comunhão e entre eles se estabelece a concórdia e a paz destruída pelo orgulho de Babel, raiz da discórdia e da confusão das línguas.

Guiar a Igreja nos caminhos da história para que ela permaneça fiel ao Senhor e encontre sempre de novo os meios de anunciar eficazmente o Evangelho. E isto o Espírito Santo o faz assistindo os pastores, derramando seus carismas sobre todo o Povo e a todos sustentando na missão de testemunhar o Evangelho. É pelo Espírito Santo que Jesus continua presente e atuante na sua Igreja.
Quem O recebe? Todos os que são batizados e crismados.
Quem dele vive? Somente aqueles que procuram guardar a Palavra do Senhor no esforço de conversão, na oração e no empenho em testemunhar e anunciar o Evangelho de Jesus.
Dada sua importância, a celebração do Domingo de Pentecostes inicia-se com uma vigília, no sábado. É a preparação para a vinda do Espírito Santo, que comunica seus dons à Igreja nascente.

ORAÇÃO
Vinde, Pai dos pobres,
dai aos corações
vossos sete dons.
Consolo que acalma,
hóspede da alma,
doce alívio, vinde!
No labor descanso,
na aflição remanso,
no calor aragem.
Enchei, luz bendita,
chama que crepita,
o íntimo de nós!
Sem a luz que acode
nada o homem pode,
nenhum bem há nele
Dobrai a vossa Igreja
que espera e deseja
vossos sete dons.
Dai em prêmio ao forte
uma santa morte,
alegria eterna.
Amém.


Quem crê no Espírito Santo e procura viver Dele, é feliz. Amém.

Fontes
WEB

 

22 maio, 2012

MES DE MAIO - MES DE MARIA - IV

O mês de maio é tradicionalmente dedicado à Maria.  Em consonância com a Igreja, caminharemos também nessa devoção especial oferecendo ao longo do mês subsídios de oração, tendo como foco Nossa Senhora. 
ANGELUSA hora do Angelus - ou A hora da Ave Maria - consiste na recitação de três Aves Marias intercaladas por versículos do Evangelho que relembram a encarnação de Jesus.  Em 1456, o papa Calisto III ordenou que os sinos das igrejas tocassem três vezes ao dia - ao amanhecer, ao meio-dia e às seis da tarde - exortando os cristãos a rezarem o Angelus como forma de pedir a intercessão à Virgem.

Angelus" -
 O Anjo do Senhor anunciou a Maria.
 E Ela concebeu do Espírito Santo.
              Ave Maria…

Eis a escrava do Senhor.
Faça-se em mim segundo a Vossa Palavra.
             Ave Maria…

 E o Verbo divino encarnou.
 E habitou no meio de nós.
                 Ave Maria…

 Rogai por nós Santa Mãe de Deus.
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oremos.
Infundi, Senhor, como Vos pedimos, a Vossa graça nas nossas almas, para que nós, que pela Anunciação do Anjo conhecemos a Encarnação de Cristo, Vosso Filho, pela sua Paixão e Morte na Cruz, sejamos conduzidos à glória da ressurreição. Por Nosso Senhor Jesus Cristo Vosso Filho que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

20 maio, 2012

Dia Mundial das Comunicações Sociais

Neste domingo, 20 de maio de 2012, Solenidade da Ascensão do Senhor, celebramos o 46º Dia Mundial das Comunicações Sociais. Nesta mesma semana celebramos a preparação para a Festa de Pentecostes, o mistério da vinda do Espírito Santo com uma Vigília nas comunidades eclesiais, a unidade entre a Vigília da Páscoa e a Vigília de Pentecostes. A festa de Pentecostes é, assim, a culminância da festa pascal, que vivifica a Igreja. E nesta semana também celebramos a Semana de Oração pela unidade dos cristãos, suplicando pela unidade visível das Igrejas cristãs e pela efetiva comunhão entre as religiões e crenças.Sem dúvida, tudo isso está ligado com a comunicação entre nós. O Concílio Vaticano II criou este Dia Mundial das Comunicações como um convite para refletirmos e agirmos com compromisso cristão e ético nas redes de Comunicação Social. Temos oportunidade, a cada ano, de aprofundar um tema, fazer uma reflexão sobre a cultura da comunicação social, colher sugestões e orientações para as ações pastorais da Igreja. O tema que o Papa Bento XVI escolheu para este ano: “Silêncio e Palavra: caminho de evangelização“,objetiva uma reflexão profunda sobre o valor do silêncio diante da abundância de estímulos nas redes de comunicação. Vivemos num mundo de muito barulho, ruídos, talvez com demasiados emissores e com poucos receptores. Há pouca interação de mensagens. Ficamos fechados em nós mesmos, reduzidos à nossa percepção da realidade, restritos às nossas visões. Precisamos pensar nos outros. Daí a importância do silêncio na comunicação. O silêncio fala, exprime proximidade e atenção aos outros. O Papa mostra que o silêncio é um modo forte de expressar o respeito e o amor com os outros. No silêncio é possível escutar os outros, reforçar relacionamento, compreender quem é o outro e encontrar a si mesmo. Não tenha dúvida que é preciso fazer silêncio para ouvir Deus, de comunicar-se com Deus. Vejamos que Jesus antes de ser elevado ao céu, Ele enviou seus apóstolos em missão e lhes ordenou que anunciassem o Evangelho a toda criatura (cf. Mc 16,15).Também disse: “Vós sereis minhas testemunhas” (cf. Lc 24,48), isso trata de comunicar-se. As formas de comunicação são diversas. Contudo, para uma comunicação mais enriquecedora, precisamos ser capazes de fazer silêncio. Assim o Papa Bento XVI recorda bem que os profissionais de comunicação, ao utilizar a ferramenta “silêncio”, favorecerá uma reflexão, a fim de que os temas abordados nas notícias apresentem palavras mais indicadas para uma comunicação ética e verdadeira. Que as comunicações sociais sejam os espaços autênticos de propagação da boa notícia.
Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena
Bispo de Guarabira (PB)

18 maio, 2012

Nossas Zeladoras do Apostolado da Oração, participam do 6º dia da Novena de Santa Rita de Cássia.


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MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI
PARA O 46º DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS  

«Silêncio e palavra: caminho de evangelização»

[Domingo, 20 de Maio de 2012]


Amados irmãos e irmãs,
Ao aproximar-se o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2012, desejo partilhar convosco algumas reflexões sobre um aspecto do processo humano da comunicação que, apesar de ser muito importante, às vezes fica esquecido, sendo hoje particularmente necessário lembrá-lo. Trata-se da relação entre silêncio e palavra: dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas. Quando palavra e silêncio se excluem mutuamente, a comunicação deteriora-se, porque provoca um certo aturdimento ou, no caso contrário, cria um clima de indiferença; quando, porém se integram reciprocamente, a comunicação ganha valor e significado.
O silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras densas de conteúdo. No silêncio, escutamo-nos e conhecemo-nos melhor a nós mesmos, nasce e aprofunda-se o pensamento, compreendemos com maior clareza o que queremos dizer ou aquilo que ouvimos do outro, discernimos como exprimir-nos. Calando, permite-se à outra pessoa que fale e se exprima a si mesma, e permite-nos a nós não ficarmos presos, por falta da adequada confrontação, às nossas palavras e ideias. Deste modo abre-se um espaço de escuta recíproca e torna-se possível uma relação humana mais plena. É no silêncio, por exemplo, que se identificam os momentos mais autênticos da comunicação entre aqueles que se amam: o gesto, a expressão do rosto, o corpo enquanto sinais que manifestam a pessoa. No silêncio, falam a alegria, as preocupações, o sofrimento, que encontram, precisamente nele, uma forma particularmente intensa de expressão. Por isso, do silêncio, deriva uma comunicação ainda mais exigente, que faz apelo à sensibilidade e àquela capacidade de escuta que frequentemente revela a medida e a natureza dos laços. Quando as mensagens e a informação são abundantes, torna-se essencial o silêncio para discernir o que é importante daquilo que é inútil ou acessório. Uma reflexão profunda ajuda-nos a descobrir a relação existente entre acontecimentos que, à primeira vista, pareciam não ter ligação entre si, a avaliar e analisar as mensagens; e isto faz com que se possam compartilhar opiniões ponderadas e pertinentes, gerando um conhecimento comum autêntico. Por isso é necessário criar um ambiente propício, quase uma espécie de «ecossistema» capaz de equilibrar silêncio, palavra, imagens e sons.
Grande parte da dinâmica actual da comunicação é feita por perguntas à procura de respostas. Os motores de pesquisa e as redes sociais são o ponto de partida da comunicação para muitas pessoas, que procuram conselhos, sugestões, informações, respostas. Nos nossos dias, a Rede vai-se tornando cada vez mais o lugar das perguntas e das respostas; mais, o homem de hoje vê-se, frequentemente, bombardeado por respostas a questões que nunca se pôs e a necessidades que não sente. O silêncio é precioso para favorecer o necessário discernimento entre os inúmeros estímulos e as muitas respostas que recebemos, justamente para identificar e focalizar as perguntas verdadeiramente importantes. Entretanto, neste mundo complexo e diversificado da comunicação, aflora a preocupação de muitos pelas questões últimas da existência humana: Quem sou eu? Que posso saber? Que devo fazer? Que posso esperar? É importante acolher as pessoas que se põem estas questões, criando a possibilidade de um diálogo profundo, feito não só de palavra e confrontação, mas também de convite à reflexão e ao silêncio, que às vezes pode ser mais eloquente do que uma resposta apressada, permitindo a quem se interroga descer até ao mais fundo de si mesmo e abrir-se para aquele caminho de resposta que Deus inscreveu no coração do homem.
No fundo, este fluxo incessante de perguntas manifesta a inquietação do ser humano, sempre à procura de verdades, pequenas ou grandes, que dêem sentido e esperança à existência. O homem não se pode contentar com uma simples e tolerante troca de cépticas opiniões e experiências de vida: todos somos perscrutadores da verdade e compartilhamos este profundo anseio, sobretudo neste nosso tempo em que, «quando as pessoas trocam informações, estão já a partilhar-se a si mesmas, a sua visão do mundo, as suas esperanças, os seus ideais» (Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2011).
Devemos olhar com interesse para as várias formas de sítios, aplicações e redes sociais que possam ajudar o homem actual não só a viver momentos de reflexão e de busca verdadeira, mas também a encontrar espaços de silêncio, ocasiões de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus. Na sua essencialidade, breves mensagens – muitas vezes limitadas a um só versículo bíblico – podem exprimir pensamentos profundos, se cada um não descuidar o cultivo da sua própria interioridade. Não há que surpreender-se se, nas diversas tradições religiosas, a solidão e o silêncio constituem espaços privilegiados para ajudar as pessoas a encontrar-se a si mesmas e àquela Verdade que dá sentido a todas as coisas. O Deus da revelação bíblica fala também sem palavras: «Como mostra a cruz de Cristo, Deus fala também por meio do seu silêncio. O silêncio de Deus, a experiência da distância do Omnipotente e Pai é etapa decisiva no caminho terreno do Filho de Deus, Palavra Encarnada. (...) O silêncio de Deus prolonga as suas palavras anteriores. Nestes momentos obscuros, Ele fala no mistério do seu silêncio» (Exort. ap. pós-sinodal Verbum Domini, 30 de Setembro de 2010, n. 21). No silêncio da Cruz, fala a eloquência do amor de Deus vivido até ao dom supremo. Depois da morte de Cristo, a terra permanece em silêncio e, no Sábado Santo – quando «o Rei dorme (…), e Deus adormeceu segundo a carne e despertou os que dormiam há séculos» (cfr Ofício de Leitura, de Sábado Santo) –, ressoa a voz de Deus cheia de amor pela humanidade.
Se Deus fala ao homem mesmo no silêncio, também o homem descobre no silêncio a possibilidade de falar com Deus e de Deus. «Temos necessidade daquele silêncio que se torna contemplação, que nos faz entrar no silêncio de Deus e assim chegar ao ponto onde nasce a Palavra, a Palavra redentora» (Homilia durante a Concelebração Eucarística com os Membros da Comissão Teológica Internacional, 6 de Outubro de 2006). Quando falamos da grandeza de Deus, a nossa linguagem revela-se sempre inadequada e, deste modo, abre-se o espaço da contemplação silenciosa. Desta contemplação nasce, em toda a sua força interior, a urgência da missão, a necessidade imperiosa de «anunciar o que vimos e ouvimos», a fim de que todos estejam em comunhão com Deus (cf. 1 Jo 1, 3). A contemplação silenciosa faz-nos mergulhar na fonte do Amor, que nos guia ao encontro do nosso próximo, para sentirmos o seu sofrimento e lhe oferecermos a luz de Cristo, a sua Mensagem de vida, o seu dom de amor total que salva.
Depois, na contemplação silenciosa, surge ainda mais forte aquela Palavra eterna pela qual o mundo foi feito, e identifica-se aquele desígnio de salvação que Deus realiza, por palavras e gestos, em toda a história da humanidade. Como recorda o Concílio Vaticano II, a Revelação divina realiza-se por meio de «acções e palavras intimamente relacionadas entre si, de tal modo que as obras, realizadas por Deus na história da salvação, manifestam e confirmam a doutrina e as realidades significadas pelas palavras; e as palavras, por sua vez, declaram as obras e esclarecem o mistério nelas contido» (Const. dogm. Dei Verbum, 2). E tal desígnio de salvação culmina na pessoa de Jesus de Nazaré, mediador e plenitude da toda a Revelação. Foi Ele que nos deu a conhecer o verdadeiro Rosto de Deus Pai e, com a sua Cruz e Ressurreição, nos fez passar da escravidão do pecado e da morte para a liberdade dos filhos de Deus. A questão fundamental sobre o sentido do homem encontra a resposta capaz de pacificar a inquietação do coração humano no Mistério de Cristo. É deste Mistério que nasce a missão da Igreja, e é este Mistério que impele os cristãos a tornarem-se anunciadores de esperança e salvação, testemunhas daquele amor que promove a dignidade do homem e constrói a justiça e a paz.
Palavra e silêncio. Educar-se em comunicação quer dizer aprender a escutar, a contemplar, para além de falar; e isto é particularmente importante paras os agentes da evangelização: silêncio e palavra são ambos elementos essenciais e integrantes da acção comunicativa da Igreja para um renovado anúncio de Jesus Cristo no mundo contemporâneo. A Maria, cujo silêncio «escuta e faz florescer a Palavra» (Oração pela Ágora dos Jovens Italianos em Loreto, 1-2 de Setembro de 2007), confio toda a obra de evangelização que a Igreja realiza através dos meios de comunicação social.

Vaticano, 24 de Janeiro – dia de São Francisco de Sales – de 2012.
 BENEDICTUS PP. XVI

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17 maio, 2012

46º Dia Mundial das Comunicações Sociais

No próximo dia 20 de maio de 2012, Solenidade da Ascensão do Senhor, será celebrado o 46º Dia Mundial das Comunicações Sociais. O tema proposto para este ano pelo Papa Bento XVI em sua mensagem para esta data é:

 “Silêncio e Palavra: caminho de evangelização”.

A reflexão interior como base para uma mensagem cristã mais “sólida” vai estar em destaque no 46º Dia Mundial das Comunicações Sociais, iniciativa da Igreja Católica
A mensagem  do Papa “surge como uma enorme provocação”, numa sociedade com “muito ruído, muita informação mas onde há pouco intervalo de reflexão”, o que complica a formulação de uma “comunicação mais sólida”.
“Vive-se muito de ações e reações, afirmações e comentários e tudo com uma rapidez enorme, a  palavra pode ser efetivamente palavreado e não trazer peso nenhum dentro dela, esse é um dos males do tempo presente”,
 Novas mídias surgiram, e devemos usá-las como meios capazes de indicar a porta da fé, a Igreja deve aproveitar o potencial dos órgãos de informação para “ir ao encontro das pessoas que não estão nos adros das Igrejas”.
“A rádio, a televisão, os jornais, a internet, na seriedade e profundidade com que abordam os temas e fazem a proposta da dimensão religiosa, podem ser portas da fé para muitas pessoas e não podem estar alheios a este serviço”.
“A nota da Congregação para a Doutrina da Fé, com indicações pastorais para o Ano da Fé, diz que a iniciativa quer contribuir para que todos os membros da Igreja sejam testemunhas credíveis e alegres do Senhor Ressuscitado”,
— Desejamos que esta data seja comemorada com todo o Povo de Deus, para que a Igreja no Brasil se comprometa cada vez mais a comunicar Cristo a todos com a cultura da comunicação gerada pelas novas tecnologias, afirmou a Assessora da Comissão para a Comunicação, Irmã Élide Fogolari.

Fontes:
cônego João Aguiar Campos
WEB

15 maio, 2012

Mes de Maio - Mes de Maria - III

O mês de maio é tradicionalmente dedicado à Maria.  Em consonância com a Igreja, caminharemos também nessa devoção especial oferecendo ao longo do mês subsídios de oração, tendo como foco Nossa Senhora. 
Orações dedicadas à Mãe de Deus:

SALVE RAINHAA Salve Rainha faz parte do Rosário, rezada ao final de cada Terço.  É uma saudação  à Maria e, ao mesmo tempo, uma entrega da nossa vida à misericórdia da Mãe de Deus.

12 maio, 2012

09 maio, 2012

História do Dia da Mães

As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.
À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.
Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas amigas, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.
A maioria das fontes é unânime acerca da idéia da criação de um Dia da Mãe. A idéia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos, vermelhos para as mães ainda vivas e brancos para as já falecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.
Segundo Anna Jarvis  o objetivo deste dia seria refletir sobre o papel das mães.
Através de palavras, presentes,  carinho e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.
Face à aceitação geral, a sra. Jarvis e seus  seguidores começaram a escrever para pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.
A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.
Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos nos identificar com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há  tantos anos atrás.
Apesar do tempo  passado, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.
E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.

2º domingo de maio – Estados Unidos, Brasil, Dinamarca, Finlândia, Japão, Turquia, Itália, Austrália e Bélgica
2º domingo de fevereiro – Noruega
2º domingo de outubro – Argentina
2º dia da primavera – Líbano
1º domingo de maio - Portugal, Espanha
10 de maio – México
Último domingo de maio – Suécia
4º domingo da Quaresma – Inglaterra

No Brasil a  introdução desta data se deu no RIO GRANDE DO SUL, em 12 de maio de 1918, por iniciativa de EULA K. LONG, em SÃO PAULO, a primeira comemoração se deu em 1921.
A oficialização se deu por decreto no Governo Provisório de Getúlio Vargas, que em 5 de maio de 1932, assinou o decreto nº 21.366.
Em 1947, a data foi incluída no calendário oficial da Igreja Católica por determinação do Cardeal Arcebispo do Rio, Dom Jaime de Barros Câmara.
Fontes:
WEB